Manhã de 1º de julho é engolida pela neblina no Litoral de São Paulo

Logo nas primeiras horas do dia, o fenômeno encobriu diversas cidades da região, reduziu a visibilidade e exigiu mais atenção de motoristas, ciclistas e pedestres

A imagem mostra o efeito da Neblina

Condição natural roubou a cena nesta manhã/Diário do Litoral

Na manhã desta quarta-feira (1º), a neblina voltou a marcar presença no Litoral de São Paulo. Logo nas primeiras horas do dia, o fenômeno encobriu diversas cidades da região, reduziu a visibilidade e exigiu mais atenção de motoristas, ciclistas e pedestres. Com isso, atividades simples do cotidiano ficaram mais difíceis.

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Além disso, as imagens registradas pelos moradores mostram o tradicional efeito conhecido como “véu de noiva”, que envolveu prédios e praticamente apagou parte da paisagem. Em alguns pontos, edifícios inteiros desapareceram em meio à camada de névoa, criando um cenário que chamou a atenção de quem precisou sair cedo de casa.

O que provoca a neblina?

Em primeiro lugar, a neblina, também chamada de nevoeiro, se forma quando o ar próximo ao solo esfria o suficiente para transformar o vapor de água em pequenas gotículas líquidas. Dessa forma, em vez de permanecer no estado gasoso, o vapor se condensa e dá origem a uma nuvem muito baixa, rente ao chão.

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No entanto, esse processo só acontece quando dois fatores atuam ao mesmo tempo: temperaturas mais baixas e alta umidade do ar. Quando essa combinação ocorre, milhões de gotículas permanecem suspensas na atmosfera e formam a camada esbranquiçada que reduz a visibilidade.

Segundo a definição meteorológica, o fenômeno é classificado como neblina quando a visibilidade horizontal fica limitada a até 1.000 metros. Por esse motivo, o nevoeiro pode afetar o trânsito, aumentar o tempo de deslocamento e, em casos mais intensos, provocar impactos nas operações de aeroportos e portos.

Por fim, embora seja um fenômeno natural e relativamente comum durante os períodos mais frios e úmidos, a neblina exige atenção redobrada, especialmente nas primeiras horas da manhã, quando costuma atingir sua maior intensidade.