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Longe da orla, lixo acumula em Santos

Contrato da Prefeitura com empresa responsável pela coleta é um dos mais caros da Cidade

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17 NOV 201213h40

Bairros distantes da orla e da zona turística de Santos sofrem com lixo acumulado em suas calçadas. Há entulho em várias vias do Paquetá, Macuco e Vila Mathias, onde restos de material de informática e de construção não foram coletados. Um dos pontos de descarte irregular de lixo e entulho fica na esquina da Avenida São Francisco com a Rua Cochrane, no Paquetá. Cerca de 15 metros de calçada estão completamente tomados por sobras de material de informática e de tijolos usados.

Um aparelho de TV desmontado, sandálias e sapatos velhos, além de lixo, compõem a paisagem da Rua Anhanguera, na Vila Mathias, quase o mesmo cenário encontrado em calçadas da Rua Silva Jardim, no mesmo bairro.
 
Perto dali, na Rua Luiza Macuco (esquina da Hospedaria dos Imigrantes), várias peças de carro foram largadas há vários dias. A Rua Manoel Tourinho tem parte da calçada afundada e coberta de entulho, impossibilitando a passagem de pedestres. Rua próxima ao Terminal de Passageiros da Concais, onde nesta sexta-feira (16)  era possível avistar um luxuoso transatlântico, o cenário da Rua João Guerra era igualmente vergonhoso. Restos de construção e de aparelhos de TV estavam jogados na Rua Eusébio de Queiroz, no Macuco.
 
Flagrante de acúmulo de lixo no Canal 4 (Foto: Luiz Torres/DL)
 
Até na Avenida Siqueira Campos (Canal 4), um dos principais corredores de tráfego do Município, havia acúmulo de sacos de lixo, na esquina da Avenida Afonso Pena. Como em outro trecho, em frente ao 261 da mesma Siqueira Campos. Sofás velhos empilhados foram largados em frente ao número 108 da Rua Batista Pereira e, na esquina dessa via com a Rua Borges, o entulho era formado por restos de árvores.
 
As cenas chocam porque um dos contratos mais caros firmados pela Prefeitura de Santos, desde governos anteriores, é com a Terracom, empresa responsável pela coleta e destinação final dos resíduos sólidos no Município.  Há alguns meses, o Diário do Litoral chegou a identificar onze pontos de descarte irregular de material de construção ao longo da Avenida Bernardino de Campos (Canal 2).
 
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