Litoral de SP recebe meio milhão em auxílio-aluguel para proteger mulheres vítimas de agressão

Com um repasse que já soma R$ 11,9 milhões desde o início de 2025, o programa agora está presente em quase 90% dos municípios do estado

O benefício é uma peça-chave do movimento SP Por Todas e funciona como uma 'ponte' para a liberdade

O benefício é uma peça-chave do movimento SP Por Todas e funciona como uma 'ponte' para a liberdade | Divulgação

O Governo de São Paulo alcançou a marca de 4.699 mulheres atendidas pelo auxílio-aluguel destinado a vítimas de violência doméstica. Com um repasse que já soma R$ 11,9 milhões desde o início de 2025, o programa agora está presente em quase 90% dos municípios do estado.

Impacto na Baixada Santista

Na região da Baixada Santista, o programa já destinou mais de R$ 538 mil para garantir moradia segura a 211 mulheres que precisaram deixar seus lares devido a riscos imediatos.

Como o auxílio ajuda no recomeço?

O benefício é uma peça-chave do movimento SP Por Todas e funciona como uma ‘ponte’ para a liberdade. Ele é concedido após análise técnica e social, permitindo que a mulher saia do ciclo de violência sem ficar desamparada financeiramente.

O que compõe a rede de proteção em SP:

  • Delegacias da Mulher (DDMs): Ampliação do atendimento 24 horas.

  • Cabine Lilás: Espaços de acolhimento especializado.

  • Tornozeleiras Eletrônicas: Monitoramento rigoroso de agressores.

  • Agilidade: Redução no tempo entre a denúncia no CREAS/CRAS e a liberação do valor.

Onde buscar ajuda e solicitar o benefício?

O acesso ao auxílio-aluguel não é automático; ele depende de uma avaliação da rede de assistência social. Se você ou alguém que você conhece precisa de apoio, o caminho inicial é:

  1. CREAS ou CRAS: Procure o Centro de Referência de Assistência Social da sua cidade.

  2. DDM: Registre a ocorrência em uma Delegacia de Defesa da Mulher.

  3. Orientação: A equipe técnica fará o acolhimento e verificará a elegibilidade para o auxílio moradia e outras medidas protetivas.