Cotidiano
Os serviços, executados pela Secretaria das Prefeituras Regionais, têm duração estimada de cerca de sete dias e são essenciais para restabelecer a capacidade de escoamento do sistema de drenagem
A iniciativa reduz significativamente o risco de alagamentos, especialmente durante períodos de chuvas intensas / Raimundo Rosa/PMS
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Os canais 1, 2 e 3 de Santos começaram a passar por serviços de desassoreamento na quarta-feira (7). A ação prevê a retirada de cerca de 900 toneladas de areia, acumuladas após a ressaca marítima que atingiu a cidade no último fim de semana. O fenômeno aumentou a agitação do mar e contribuiu para o carreamento de sedimentos para o interior dos canais.
Os serviços, executados pela Secretaria das Prefeituras Regionais, têm duração estimada de cerca de sete dias e são essenciais para restabelecer a capacidade de escoamento do sistema de drenagem.
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A iniciativa reduz significativamente o risco de alagamentos, especialmente durante períodos de chuvas intensas. No momento, as equipes atuam principalmente na região do canal 2.
A operação mobiliza seis funcionários, com o apoio de uma retroescavadeira, uma pá carregadeira e três caminhões basculantes. O trabalho inclui ainda a abertura de valas, etapa fundamental para recuperar as condições adequadas de drenagem dos canais.
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A areia retirada dos canais 1, 2 e 3 — áreas que costumam apresentar maior assoreamento — será redistribuída para os canais 4, 5 e 6, onde há menor acúmulo de sedimentos. Em média, são realizadas 12 viagens diárias para o transporte do material, divididas igualmente entre os períodos da manhã e da tarde.
Em casos de maior volume, a areia pode permanecer temporariamente na faixa de areia da praia por até sete dias, até o encaminhamento definitivo.
A ação faz parte de um conjunto de medidas preventivas adotadas pelo Município para assegurar o pleno funcionamento do sistema de drenagem, ampliar a segurança da população e melhorar as condições de mobilidade urbana.
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“A ressaca provoca um grande acúmulo de areia nos canais, o que compromete o escoamento da água. Com o desassoreamento, conseguimos restabelecer a drenagem, prevenir alagamentos e garantir mais segurança para a população”, afirmou Rodrigo Câmara, prefeito regional da Zona da Orla e Intermediária, responsável pelas operações.