Leitos dedicados à Covid em enfermarias da cidade de SP estão 71% ocupados

Informação foi concedida à Reportagem nesta sexta-feira; na última terça, a taxa de ocupação destes leitos era de 58%

Na Capital, houve aumento de 61% nos atendimentos de pessoas com problemas respiratórios em novembro

Na Capital, houve aumento de 61% nos atendimentos de pessoas com problemas respiratórios em novembro | Felipe Barros/ Ex Libris/ PMI

A taxa de ocupação de leitos dedicados a internações de pacientes com Covid-19 na capital paulista aumentou entre terça-feira (8) e sexta-feira (11). Naquele dia, a taxa de ocupação destes leitos era de 58% e, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde enviadas à Gazeta nesta sexta, o índice atual está em 71%.

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Ainda segundo a pasta, os leitos de UTI dedicados à doença também apresentaram aumento de ocupação. Em nosso último levantamento, estes leitos estavam 49% ocupados. Já nesta sexta-feira, a SMS informou que a taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 57%.

6,6 mil novas infecções em uma semana

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Nesta quinta, a Reportagem mostrou que 6,6 mil novos casos de Covid-19 foram identificados na cidade de São Paulo em um período de sete dias. As novas infecções foram apontadas nos boletins semanais sobre a doença que se referem às semanas finalizadas nos dias 1º e 8 de novembro.

Segundo os boletins semanais, no dia 1º deste mês, a capital paulista tinha 2.303.864 casos provocados por coronavírus desde o início da pandemia. Já no boletim desta terça, a Secretaria de Saúde informou que o total de infecções observadas até então era de 2.310.514. Uma variação de 6.650 diagnósticos para Covid-19.

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Nova subvariante

A alta de casos e na ocupação de leitos de Covid-19, pode estar relacionada a recentes infeções provocadas pela nova subvariante do coronavírus, a BQ.1.1, que pertence à “linhagem” Ômicron.

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo já confirmou nesta terça-feira (8) a primeira morte de uma paciente infectada por esta subvariante. Segundo a pasta, trata-se de uma mulher de 72 anos.

Atendimentos hospitalares aumentaram 61% entre outubro e novembro

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A Secretaria de Saúde paulistana informou ainda que o número de atendimentos de pessoas com problemas respiratórios aumentou 61% nas duas primeiras semanas de novembro, em comparação com o mesmo período do mês anterior.

“Foram registrados 53.904 atendimentos a pessoas com problemas respiratórios nesses equipamentos entre os dias 1º e 10 de novembro. Em outubro, nos dez primeiros dias do mês, foram registrados 33.453 atendimentos de pessoas com sintomas gripais nos mesmos equipamentos.” No levantamento, foram consideradas as diferentes unidades de saúde do município.

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O que diz a Secretaria Municipal de Saúde

Em nota enviada à Gazeta, a SMS informou que “segue monitorando, diariamente, o cenário epidemiológico de Covid-19 na capital por meio de notificações de casos, internações e óbitos.”

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O comunicado segue com uma recomendação sobre a continuidade do uso de medidas antiCovid. 

“Como recomendação, a SMS reforça que a utilização de máscaras de proteção permanece obrigatória nos locais destinados à prestação de serviços de saúde, como Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais. O uso segue recomendado a sintomáticos respiratórios e pessoas com imunidade comprometida. 

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Além do uso de máscaras, a SMS salienta a importância de completar o esquema vacinal contra a Covid-19. A vacinação contra a doença está disponível para a população acima de 3 anos de idade. As vacinas estão disponíveis nas UBSs e AMAs/UBSs integradas, de segunda a sexta-feira, e nas AMAs/UBSs Integradas, aos sábados, das 7h às 19h.”, completa a nota da pasta.