De cachorro a cadeira de rodas: criminosos no Litoral não perdoam quase nada na hora do furto

As informações são do último levantamento da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Os números consideram o período entre o primeiro minuto de janeiro e os segundos finais de fevereiro de 2026

Esta imagem é uma composição visual dividida em duas partes distintas lado a lado. A metade esquerda apresenta o close-up de um filhote de cachorro de cor dourada, deitado na grama, com olhar atento e uma pequena flor branca próxima ao focinho. A metade direita mostra um detalhe focado de uma pessoa em uma cadeira de rodas, destacando sua mão com um anel dourado segurando o aro de propulsão e a estrutura metálica da roda, indicando o equipamento de mobilidade. A composição utiliza iluminação natural, enfatizando as texturas do pelo do animal e do metal da cadeira

Cachorros, gatos e outros animais de estimação aparecem quatro vezes no relatório

Quem pensa que apenas celulares, veículos ou documentos são alvo de criminosos na Baixada Santista está enganado. Na verdade, os criminosos também subtraem cachorros, gatos, chocolates e até cadeiras de rodas.

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Na verdade, nem cachorros, gatos, chocolates e até mesmo cadeiras de rodas escapam da ação dos criminosos.

É tudo mesmo!

Certamente, é isso mesmo. As informações são do último levantamento da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Os números consideram o período entre o primeiro minuto de janeiro e os segundos finais de fevereiro de 2026.

Cachorros, gatos e outros animais de estimação aparecem quatro vezes no relatório. O levantamento registrou até mesmo ração para animais.

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Água, seja em galões ou em garrafinhas — que salvam em dias de calor — também entra na lista de alvos. Nesse período, o sistema registrou 8 ocorrências desse tipo de furto.

Em suma, itens de uso pessoal também foram levados. É o caso de piercings e aparelhos auditivos, com 6 e 1 ocorrência, respectivamente.

A lista completa inclui: pedra brita (1), água (8), cone de trânsito (3), cinzeiro decorativo (1), aparelho auditivo (1), utensílios de limpeza (3), carrinho de mão (2), bule ou chaleira (2), veículo infantil ou de lazer (2), patinete elétrico (1), espingarda de pressão (1), medicamento injetável (3), ração para animal (1), doces ou chocolates (2), uísque (7) e cerveja (1).

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Somado a isso, também entram na relação: toldo (1), maçaneta (2), caixa térmica (2), rede de dormir (2), guarda-chuva ou sombrinha (2), capa de chuva (2), fralda (2), produtos de higiene pessoal (4), sabão em pó (1) e caderno ou bloco (1).

Por fim, também foram levados: livro comum (1), contrato (2), andador (1), caixa d’água (1), tanque de combustível (1), banco de veículo (1), peças de carro avulsas (23), microfone (2), talheres ou faqueiro (2), baixela ou travessa (1), copo ou taça (2) e cortina (1).

Ladrões realmente levam de tudo

A Baixada Santista, no litoral de São Paulo, registrou 4.913 furtos e roubos de itens entre o primeiro dia de janeiro e o fim de fevereiro de 2026, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado.

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Ao todo, são 1.146 horas no período, o que equivale a uma média de aproximadamente três ocorrências por hora.

Além desses números, o órgão também já divulgou levantamentos específicos sobre os veículos e celulares mais visados pelos criminosos na região.

Além disso, a título de curiosidade, quando o assunto é veículos, o índice é de 7 casos por dia. O órgão público também levantou o dado

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Somado a isso, no caso de celulares, o dado também preocupa: na região, são 8 ocorrências desse tipo a cada 24 horas.

Roubaram você, e agora?

Foi vítima de furto ou roubo? O Diário do Litoral reuniu orientações importantes para ajudar você a reduzir prejuízos e evitar transtornos após esse tipo de situação.

A primeira atitude é manter a calma e buscar um local seguro. Assim que possível, registre um boletim de ocorrência, seja pela internet ou diretamente em uma delegacia. Caso haja cartões bancários entre os itens levados, a vítima deve bloqueá-los imediatamente pelo aplicativo da instituição financeira ou pela central de atendimento.

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Com o celular, o procedimento é semelhante: entre em contato com a operadora para bloquear o chip e, se possível, o próprio aparelho. Também é essencial comunicar a perda de documentos como RG e CNH aos órgãos responsáveis, evitando usos indevidos.

Já no caso do CPF, a recomendação é acompanhar qualquer movimentação suspeita. Por fim, troque as senhas dos principais aplicativos, especialmente os ligados a bancos, e-mails e redes sociais, reforçando a proteção dos seus dados.