Cotidiano
A iniciativa busca resolver problemas históricos do município e implementar soluções modernas voltadas à sustentabilidade, drenagem urbana e preservação ambiental
Com a pressão urbana e os impactos das mudanças climáticas, cidades litorâneas como Itanhaém têm buscado alternativas para equilibrar crescimento e sustentabilidade / Imagem gerada por IA
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A Itanhaém apresentou quatro projetos estratégicos para captação de recursos junto ao Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO), com investimento estimado em cerca de R$ 4 milhões. As propostas foram inscritas na primeira chamada do edital do Comitê da Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CBHBS) e agora seguem para análise técnica.
A iniciativa busca resolver problemas históricos do município e implementar soluções modernas voltadas à sustentabilidade, drenagem urbana e preservação ambiental.
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Entre os projetos, um dos mais aguardados é o desassoreamento da foz do Rio Itanhaém, uma demanda antiga que se arrasta há mais de 30 anos.
A proposta prevê o aprofundamento de estudos técnicos para viabilizar uma solução definitiva, melhorando a navegabilidade e impulsionando atividades ligadas ao turismo e à economia local.
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O assoreamento, causado pelo acúmulo de sedimentos, é um dos principais fatores que prejudicam o fluxo das águas e aumentam riscos ambientais em cidades costeiras.
Entre os projetos, um dos mais aguardados é o desassoreamento da foz do Rio ItanhaémOutro eixo do pacote de projetos é a implantação de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) em áreas estratégicas da cidade.
A medida tem como objetivo reduzir o descarte irregular de resíduos, problema recorrente em áreas urbanas e que impacta diretamente rios, canais e praias, além de estimular a reciclagem e a conscientização ambiental da população.
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O município também apresentou o projeto executivo para a criação de um parque linear ao longo do Rio do Poço, nas regiões do Cibratel II e Estância Balneária.
A proposta prevê:
Esse tipo de infraestrutura é considerado essencial para cidades litorâneas, pois reduz o risco de alagamentos e contribui para evitar o assoreamento dos rios.
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O projeto foi desenvolvido em parceria com a Agência Metropolitana da Baixada Santista (AGEM) e a Universidade Católica de Santos (UniSantos), reforçando o uso de conhecimento técnico e científico na elaboração das propostas.
Nas regiões do Anchieta e Fazendinha, Itanhaém aposta em um modelo de drenagem urbana que combina obras tradicionais com as chamadas Soluções Baseadas na Natureza (SbN).
Essas estratégias incluem o uso de áreas permeáveis e vegetação para melhorar o escoamento da água da chuva, reduzindo pontos críticos de alagamento, problema frequente na cidade, especialmente em períodos de fortes chuvas.
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A busca por soluções estruturais não é recente. Projetos semelhantes já vêm sendo discutidos para a bacia do Rio do Poço, incluindo intervenções para ampliar a capacidade de drenagem da região.
Essas estratégias incluem o uso de áreas permeáveis e vegetação para melhorar o escoamento da água da chuva, reduzindo pontos críticos de alagamentoOs projetos agora passam por avaliação do CBHBS, responsável por analisar critérios técnicos e ambientais antes da liberação dos recursos do FEHIDRO.
O fundo é um dos principais instrumentos de financiamento de obras hídricas no Estado de São Paulo, viabilizando desde projetos de drenagem até iniciativas de preservação e recuperação ambiental.
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Se aprovadas, as propostas poderão sair do papel e representar um avanço importante na infraestrutura urbana e ambiental do município.
Segundo a Prefeitura, os projetos foram estruturados para integrar preservação ambiental com soluções práticas para problemas antigos da cidade.
A expectativa é que as iniciativas tragam benefícios diretos para a população, como:
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Além disso, o investimento reforça uma tendência crescente na Baixada Santista: o uso de recursos do FEHIDRO para financiar projetos que unem desenvolvimento urbano e proteção ambiental.
Com a pressão urbana e os impactos das mudanças climáticas, cidades litorâneas como Itanhaém têm buscado alternativas para equilibrar crescimento e sustentabilidade.
A aprovação dos projetos pode marcar um passo importante nessa direção,transformando demandas antigas em soluções estruturadas e duradouras para a população.
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