Infestação de aranha letal deixa mortos e causa pânico em estado brasileiro

Só em 2024, foram registrados 524 acidentes. Quatro casos foram letais e levaram as vítimas a óbito

De acordo com especialistas nesse tipo de animal, a Aranha-Marrom vivia originalmente em ambientes rochosos e grutas

De acordo com especialistas nesse tipo de animal, a Aranha-Marrom vivia originalmente em ambientes rochosos e grutas | Divulgação

O estado de Minas Gerais está infestado pela aranha do gênero Loxosceles, a temida Aranha-Marrom. O território mineiro registra 43 casos por mês em 2024. Somado a isso, cinco pessoas morreram.

De forma geral, só no último ano, foram registrados 524 acidentes, algo em torno de 43 ataques a cada trinta dias.
Com cor marrom, obviamente, ela tem seis olhos e pode chegar a apenas quatro centímetros de diâmetro.

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2025

A famosa frase “ano novo, vida nova” não impediu encontros nada amigáveis.
Nos dois primeiros meses de 2025, janeiro e fevereiro, foram registrados 61 e 50 ataques, respectivamente.

A picada do aracnídeo é letal. Até o momento, cerca de cinco pessoas perderam a vida em 2024. Até abril de 2025, apenas um caso com final trágico foi registrado. Ele aconteceu em Araçaí, na região Central do Estado.

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Veja também: Aranha da família da Armadeira é encontrada no Litoral de SP

Motivos e origem

De acordo com especialistas nesse tipo de animal, a Aranha-Marrom vivia originalmente em ambientes rochosos e grutas.

Porém, com o avanço do desenvolvimento humano, o desmatamento e o calor excessivo causado pelas mudanças climáticas, ela precisou se adaptar ao novo mundo.

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Agora, a Aranha-Marrom vive em diversos locais: atrás de livros e quadros, fendas entre tábuas, cascas de árvores, porões, materiais de construção empilhados, construções antigas, dentro de tijolos, fendas de barrancos, rodapés e estrados de camas, acumulados de entulho em lotes abandonados, forros de telhados, atrás de móveis e rochas.

Solução

Para tentar evitar o risco de “cruzar” com a Aranha-Marrom, não há muito segredo.

Por se tratar de um animal silvestre, não é necessário utilizar inseticidas. Na verdade, o ideal é eliminar possíveis abrigos e ficar atento a sinais da presença do animal.

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Em caso de picada, procure imediatamente atendimento médico.