Localizada na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, a Ilha de Paquetá é conhecida pelo clima tranquilo e quase bucólico, em contraste com o ritmo acelerado da capital fluminense. Suas ruas planas e bem arborizadas ajudam a preservar um estilo de vida mais calmo, já que a circulação de carros é bastante restrita.
No lugar deles, bicicletas, charretes elétricas e caminhadas são os principais meios de locomoção. Aproveite e veja também: Ilha das Cabras, linda e paradisíaca com 45 mil metros quadrados no Guarujá, está à venda
O bairro mantém viva sua história por meio de casarões antigos, praças charmosas e uma forte ligação com a cultura e a literatura brasileira. Entre os pontos mais conhecidos estão a Casa de José de Alencar, a Pedra da Moreninha — eternizada no romance de Joaquim Manuel de Macedo — e a Praça XV de Novembro, uma das mais antigas da ilha.
Além do patrimônio histórico, Paquetá também se destaca pelas praias às margens da Baía de Guanabara. Voltadas principalmente para passeios e contemplação, elas servem de cenário para eventos culturais, rodas de samba e festas populares que ajudam a preservar a identidade local.
O acesso à ilha é feito por meio de barcas que partem do Centro do Rio de Janeiro, o que transforma Paquetá em um destino bastante procurado por quem busca sossego, história e contato com a natureza sem sair da cidade.
Revelado nas categorias de base do Flamengo, Lucas Paquetá despontou como uma das grandes promessas do clube. Sua última partida com a camisa rubro-negra ocorreu em 2018, na derrota para o Athletico-PR.
Desde então, o meio-campista construiu carreira internacional, com passagens por Milan, da Itália, e Lyon, da França, antes de chegar ao West Ham, da Inglaterra.
Segundo jornalistas especializados em transferências, o valor para tirar o jogador do clube inglês pode chegar a 40 milhões de euros. Paquetá também soma convocações para a Seleção Brasileira e foi titular na última edição da Copa do Mundo
