Cotidiano

Hawking fez alerta sombrio sobre o futuro da humanidade e revelou nosso prazo de validade

Segundo suas projeções, se não mudarmos drasticamente o rumo da civilização, a Terra pode se tornar inabitável

Agência Diário

Publicado em 28/02/2026 às 18:35

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O físico britânico Stephen Hawking alertou que a Terra pode se tornar inabitável até 2600 e defendeu a colonização espacial como alternativa para garantir a sobrevivência humana / Wikimedia Commons

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Stephen Hawking passou a vida decifrando os mistérios do universo, mas, nos seus últimos anos, sua maior preocupação era o destino do nosso próprio pálido ponto azul. Para o físico, a humanidade não tem apenas um desafio ambiental pela frente; ela tem um prazo de validade. 

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Segundo suas projeções, se não mudarmos drasticamente o rumo da civilização, a Terra pode se tornar inabitável em menos de seis séculos.

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O alerta, reforçado durante a Cúpula WE da Tencent em Pequim, não era baseado em misticismo, mas em matemática e consumo. 

Hawking observou que a população mundial dobra a cada quarenta anos, um ritmo que exige recursos naturais que o planeta simplesmente não consegue repor com a mesma velocidade.

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O aviso de Stephen Hawking é claro: o tempo está correndo e precisamos olhar para o nosso planeta com mais urgência. / Pixabay
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Seis séculos parecem muito, mas na escala da Terra é um piscar de olhos. Você já pensou no legado que estamos deixando? / Pixabay
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Hawking não era de fazer previsões sem fundamento. O alerta sobre a Terra se tornar inabitável serve como um chamado à ação. / Pixabay
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Será que estamos ignorando os sinais? O físico britânico deixou um mapa das ameaças que podem mudar nosso destino. / Pixabay
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Menos de 600 anos para salvar o nosso lar. O cronômetro do mestre da cosmologia já está girando. / Pixabay
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Entre as estrelas e a física, Hawking deixou um último alerta: a sustentabilidade da Terra não é mais um debate, é sobrevivência. / Pixabay
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Um planeta em brasa

O cenário desenhado por Hawking é visualmente aterrador. Ele previu que o avanço descontrolado do progresso humano e o uso massivo de eletricidade gerariam tanto calor que, até o ano 2600, a Terra passaria a "brilhar em vermelho vivo", assemelhando-se ao aço em estado de fusão.

Mais do que o calor gerado pela atividade direta, o físico alertou para um efeito estufa irreversível. 

Se as emissões de gases poluentes não forem freadas agora, corremos o risco de transformar nosso lar em uma "cópia" de Vênus: um lugar com temperaturas escaldantes de 250 graus Celsius e chuvas de ácido sulfúrico. Nesse ambiente, a vida, como a conhecemos, deixaria de existir.

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Veja também: O dia em que a Antártida perder o gelo: como seria o continente sem sua camada branca.

A saída está nas estrelas

Para Hawking, a solução para evitar a extinção da espécie humana não é apenas local, mas interplanetária. 

Ele defendia que a exploração espacial deve ser encarada como uma prioridade estratégica, e não apenas como curiosidade científica. A ideia é simples e dura: precisamos de um "Plano B" em outros sistemas estelares.

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A boa notícia é que a tecnologia já está tentando alcançar essa visão. Projetos modernos trabalham com a meta de enviar sondas ao sistema Alfa Centauri — o vizinho estelar mais próximo de nós — em uma viagem de apenas vinte anos.

Veja também: No coração gelado da Antártida, robô revela um ecossistema secreto sob o gelo.

O limite físico e o futuro

A mensagem deixada por Hawking é um chamado à responsabilidade. O limite físico da Terra exige mudanças profundas na forma como organizamos nossa economia e consumimos energia. 

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Enquanto buscamos novas casas entre as estrelas, o desafio imediato permanece aqui embaixo: evitar que o brilho do progresso se transforme no calor que extingue a vida. 

Buscar um novo lar tornou-se, nas palavras do cientista, uma necessidade urgente para garantir que a história da humanidade continue a ser escrita.

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