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Cotidiano

Guarujá realiza homenagens à mulher negra latino americana e caribenha

Na programação uma noite de atrações culturais, em evento que acontece nesta quarta-feira (25)

Da Reportagem

Publicado em 24/07/2018 às 17:38

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Com o objetivo de reafirmar a luta das mulheres negras contra a discriminação e por direitos iguais, nesta quarta-feira (25) a Prefeitura de Guarujá celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, data na qual diversas manifestações são realizadas pelo Brasil.

O evento acontece a partir das 19 horas, com entrada gratuita, na Associação de Capoeira Grupo Senzala Mestre Sombrinha, com uma noite de homenagens e atrações culturais. O endereço é Rua Antonio Monteiro da Cruz,508 –Jardim Monteiro da Cruz.

A iniciativa é organizada pela Assessoria de Igualdade Racial e  pelo Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra de Guarujá. Na programação haverá homenagens às mulheres negras de representatividade no Município, roda de conversa, danças afro, entre outras atrações.

No Brasil, dia 25 de julho é celebrado também o Dia Nacional de Tereza de Benguela, líder quilombola e ícone da resistência negra no Brasil Colonial. "Rainha Tereza" como ficou conhecida viveu na região do Vale do Guaporé (Mato Grosso).  Sua história será contada em uma palestra ministrada pela educadora da Associação Cultural Afroketu, Ana Amélia Damião.

Dados

Segundo dados do IBGE, a população negra corresponde a mais da metade dos brasileiros: 54%.  No entanto, é a população que mais sofre com a desigualdade social e o preconceito. E quando se trata das mulheres negras a situação é ainda alarmante. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), dos 25 países com os maiores índices de feminicídio do mundo, 15 ficam na América Latina e no Caribe.  Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher.

Homenagens

Ana Amélia Damião, Suely de Melo Pastoriza, Maria da Conceição de Souza Santos e Tereza de Jesus Lima serão homenageadas durante o evento. Foram escolhidas por representarem a luta da mulher negra, sua cultura e a religião.

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