Funcionalismo quer 7,54% de reajuste em 2020

Proposta foi encaminhada ontem ao prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB)

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29 NOV 2019Por Da Reportagem08h00
São 2,54% referentes à inflação dos últimos 12 meses e 5% como parte das perdas anterioresFoto: Nair Bueno/DL

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santos (Sindserv) apresentou ontem à Administração Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) a pauta de reivindicação da campanha salarial de 2020. O primeiro item é um reajuste salarial de 7,54%, sendo 2,54% referentes à inflação dos últimos 12 meses (IPCA) e 5% como parte das perdas históricas de anos anteriores. Caso a inflação aumente até a data base (fevereiro de 2020), o pleito será atualizado.

O Sindserv também pede correção do valor do Auxílio Alimentação para R$ 36,00 ao dia, totalizando R$ 792,00 por mês e a extensão do benefício ao segundo registro dos servidores com dois registros funcionais, além de correção do valor da Cesta Básica para R$ 459,21 conforme Diário Oficial, bem como a extensão do benefício a todos os servidores da prefeitura (ativos e inativos) e ao segundo registro dos servidores com dois registros funcionais.

Os servidores de Santos também reivindicam incorporação do acréscimo de 0,5 % de contribuição da Prefeitura para a Caixa de Assistência ao Servidor Público Municipal de Santos (Capep-Saúde) para que a autarquia possa quitar a dívida com prestadores médico-hospitalares gerada pela antiga gestão, bem como a ampliação dos serviços prestados aos servidores;

O Sindserv sugere um processo de mudança na lei, de forma que os servidores possam ter participação concreta na escolha dos próximos presidentes da Capep-Saúde e do Instituto de Previdência Social dos Servidores Municipais de Santos (Iprev) e a ampliação das informações do sistema de transparência da Prefeitura em relação a ambas, de forma que todos os dados das autarquias sejam efetivamente públicos.

O Sindicato ainda quer a imediata abertura de concurso público para todas as áreas e nomeação dos trabalhadores aprovados nos concursos vigentes, cumprimento integral dos planos de carreira e criação de cargos em número suficiente para suprir a necessidade dos serviços públicos em todas as áreas, acabar com a terceirização; a recomposição do déficit técnico dos atuais 2% para os antigos 6% de contribuição e manutenção das regras de aposentadorias e pensões. (DL)