Cotidiano
O projeto do Corredor Porto-Indústria (COPI) foi levado ao Governo do Estado como a peça-chave para 'desafogar' Cubatão e o acesso ao Porto de Santos
A proposta é audaciosa: uma via expressa de 13,5 quilômetros que permitirá aos veículos pesados descerem pela Imigrantes e seguirem direto ao Porto / Divulgação/PMC
Continua depois da publicidade
Cansado de ficar preso no Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) atrás de caminhões? Uma nova solução estratégica começou a ganhar força nesta quinta-feira (29) na Prefeitura de Cubatão.
O projeto do Corredor Porto-Indústria (COPI) foi levado ao Governo do Estado como a peça-chave para 'desafogar' Cubatão e o acesso ao Porto de Santos.
Continua depois da publicidade
A proposta é audaciosa: uma via expressa de 13,5 quilômetros que permitirá aos veículos pesados descerem pela Imigrantes e seguirem direto ao Porto, sem precisar travar as rodovias Anchieta e Cônego Domenico Rangoni.
O projeto apresentado pelo prefeito César Nascimento ao Secretário de Parcerias e Investimentos, Rafael Benini, traz números que impressionam:
Continua depois da publicidade
Capacidade: Até 20 mil veículos por dia.
Agilidade: Tempo médio de percurso estimado em apenas 10 minutos.
Estrutura: Duas faixas de rolamento com acostamento, desenhadas para o tráfego pesado.
Continua depois da publicidade
A ideia é isolar o fluxo de carga das vias urbanas, tirando os caminhões de dentro dos bairros de Cubatão e liberando a Rodovia Anchieta para o tráfego comum.
A urgência do Corredor Porto-Indústria não é por acaso. Com a futura implantação da terceira pista da Rodovia dos Imigrantes, o volume de veículos na região deve explodir. Sem o COPI, o Porto de Santos e as cidades vizinhas correm o risco de um colapso logístico.
O Secretário Estadual, Rafael Benini, avaliou a proposta de forma positiva e sinalizou que o Estado trabalhará junto com a ARTESP para viabilizar o projeto, fortalecendo a parceria com o município.
Continua depois da publicidade
Além da mobilidade, o projeto foca no desenvolvimento sustentável e na inovação (alinhado aos ODS 9 e 11 da ONU). A viabilização dessa nova rota permitirá a abertura de novas áreas industriais, gerando emprego e preparando a região para o crescimento das operações portuárias até 2030.