Uma nova medida do governo federal relacionada ao FGTS prevê a liberação de cerca de R$ 167 bilhões. O valor atende trabalhadores demitidos que aderiram ao saque-aniversário.
Em resumo, o grupo inclui pessoas que anteciparam parte do saldo ao longo dos anos. No entanto, elas perderam acesso ao valor total após a demissão sem justa causa.
Como resultado, milhões de trabalhadores ficaram com recursos retidos nas contas vinculadas do FGTS.
Além disso, a medida alcança quem aderiu ao saque-aniversário e foi demitido nos últimos 72 meses.
O saque-aniversário funciona como alternativa ao modelo tradicional do FGTS. Nele, o trabalhador retira parte do saldo anualmente no mês de aniversário. Porém, ele perde o direito ao saque integral em caso de demissão.
Assim, o trabalhador recebe apenas a multa rescisória no desligamento.
Consequentemente, a liberação desses valores pode movimentar a economia. O governo espera aumento do consumo e redução do endividamento das famílias.
Por fim, o FGTS protege o trabalhador com carteira assinada em situações como demissão, compra da casa própria e aposentadoria.
Portanto, a medida reacende o debate sobre o saque-aniversário. O tema envolve o acesso ao dinheiro em momentos de maior necessidade.
