Cotidiano
Fenômeno pouco comum reúne três eclipses totais e três anulares em apenas três anos; Brasil estará na rota de eventos históricos
Um eclipse solar total ocorre quando a Lua se posiciona exatamente entre a Terra e o Sol, bloqueando completamente a luz solar e transformando o dia em noite por alguns minutos / ImageFX
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O início de 2026 abre um período especial para entusiastas da astronomia e curiosos do céu. Entre 2026 e 2028, a Terra será palco de uma concentração rara de seis eclipses solares — sendo três totais e três anulares.
Um intervalo tão curto com tantos eventos desse tipo não era registrado desde o período entre 2008 e 2010, segundo especialistas.
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Ao longo desses três anos, a sombra da Lua cruzará diferentes regiões do planeta, oferecendo múltiplas oportunidades de observação. O maior destaque será o eclipse total do Sol de 2 de agosto de 2027, já apelidado por astrônomos de 'eclipse do século'.
A fase de totalidade deve durar cerca de seis minutos e 23 segundos, tornando-se a mais longa do século XXI.
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Um eclipse solar total ocorre quando a Lua se posiciona exatamente entre a Terra e o Sol, bloqueando completamente a luz solar e transformando o dia em noite por alguns minutos. Já o eclipse solar anular acontece quando a Lua está mais distante da Terra e não cobre totalmente o disco solar, formando o chamado 'anel de fogo' no céu.
Ambos os fenômenos despertam grande interesse científico e turístico, atraindo observadores para regiões específicas do planeta.
12 de agosto de 2026 – Visível na Sibéria, com a faixa de totalidade passando pelo leste da Groenlândia, oeste da Islândia e norte da Espanha.
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2 de agosto de 2027 – A faixa de totalidade cruzará o sul da Espanha, Marrocos, Argélia, Tunísia e Egito.
22 de julho de 2028 – Visível na Austrália, incluindo a capital, e na Nova Zelândia.
17 de fevereiro de 2026 – Visível apenas na Antártida.
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6 de fevereiro de 2027 – Poderá ser observado em partes do Chile, Argentina, Uruguai e Brasil, além de países da África Ocidental, como Costa do Marfim, Gana, Togo, Benim e Nigéria.
26 de janeiro de 2028 – Cruzará as Ilhas Galápagos, Equador continental, Peru, Brasil, Suriname, Guiana Francesa, além de Marrocos, Portugal e Espanha.
Astrônomos reforçam que a observação dos eclipses solares exige proteção adequada para os olhos, como filtros solares certificados ou óculos específicos. A única exceção é durante a fase de totalidade completa de um eclipse total, quando o Sol está inteiramente encoberto pela Lua.
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Com eventos tão marcantes concentrados em um curto espaço de tempo, os próximos anos prometem transformar o céu em um verdadeiro espetáculo natural — e colocar novamente a astronomia no centro das atenções globais.