Cotidiano
Com a popularização das e-bikes e scooters, mercado de seguros se adapta e passa a oferecer proteção contra roubo, acidentes e danos elétricos para novos modais de mobilidade urbana
No caso das bicicletas elétricas, existem diversas opções disponíveis em diferentes modalidades / Nair Bueno/Diário do Litoral
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Não é nenhum segredo que as bicicletas e motos elétricas têm dominado as cidades brasileiras, principalmente no litoral de São Paulo. A paisagem das praias é complementada por esses veículos circulando nas ciclovias ou dividindo espaço no trânsito.
Diante dessa grande popularização da dupla, uma dúvida paira na mente de todo dono ou futuro proprietário: existem seguros para elas? A resposta é simples: sim! O mercado se adaptou a essa mudança importante.
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No caso das bicicletas elétricas, existem diversas opções disponíveis em diferentes modalidades/PixabayAntes, tanto as motos elétricas quanto as bicicletas elétricas eram consideradas itens de nicho. Agora, elas se tornaram queridinhas pelo preço acessível e pela facilidade de uso.
No caso das bicicletas elétricas, existem diversas opções disponíveis em diferentes modalidades.
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Geralmente, a cobertura básica é semelhante à das bicicletas convencionais, atuando contra roubo e furto qualificado. Também existem planos mais completos, que protegem contra acidentes, quedas e danos a componentes elétricos — a parte mais cara do veículo.
Por fim, há a cobertura de responsabilidade civil, que garante proteção em situações em que haja danos a terceiros durante o uso da bicicleta.
As motos elétricas e scooters seguem a mesma lógica quando o assunto é a expansão do mercado. Dessa forma, o seguro para esse tipo de veículo já é oferecido por seguradoras tradicionais e empresas especializadas em mobilidade elétrica.
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Em suma, as coberturas incluem roubo, furto, colisões, perda total e danos elétricos. Em alguns casos, até a bateria, principal custo do veículo, também pode ser incluída no contrato.
A responsabilidade civil também cobre prejuízos causados a terceiros, além de regras específicas para peças eletrônicas e sistemas de alta tensão.
Outro ponto relevante é justamente a responsabilidade civil, que protege o segurado em casos de danos causados a terceiros.
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