Cotidiano
Apesar de Praia Grande ser um município jovem, com apenas 57 anos de emancipação, cada canto de sua extensão territorial guarda ecos de um passado vibrante
Bairro surgiu do luto / Divulgação
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Apesar de Praia Grande ser um município jovem, com apenas 59 anos de emancipação, cada canto de sua extensão territorial guarda ecos de um passado vibrante. Um dos exemplos mais marcantes dessa fusão entre história e desenvolvimento é o bairro Guilhermina, cuja fundação remonta a um projeto audacioso de 1925.
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A transformação da área, que até então consistia em sítios produtivos de abacaxi e melancia à beira-mar, teve início graças à visão conjunta de Heitor Sanchez Toschi e dos influentes irmãos Guilherme e Arnaldo Guinle.
Os irmãos Guinle não eram nomes qualquer: eles foram os responsáveis pela construção do Porto de Santos, a espinha dorsal da economia logística da América Latina. Essa mesma expertise foi aplicada na estruturação do loteamento em frente ao Atlântico.
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O batismo do bairro carrega uma carga emocional intensa. O nome "Guilhermina" foi escolhido para eternizar a grande matriarca da família, de origem francesa, que faleceu justamente em 1925, o ano em que o loteamento começou a ganhar vida.
A construção do bairro não ocorreu sem grandes sacrifícios. A infraestrutura inicial foi construída sob a sombra de epidemias.
Muitos operários perderam suas vidas devido a surtos de febre e doenças contagiosas que assolavam a região na época, um fato que faz parte da crônica oculta da fundação de Praia Grande
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