Cotidiano

Ex-presidente Jair Bolsonaro recebe alta e deixa o hospital DF Star, em Brasília

A saída da unidade de saúde foi confirmada oficialmente por boletim médico na manhã desta sexta-feira

Gabriel Fernandes

Publicado em 27/03/2026 às 10:39

Atualizado em 27/03/2026 às 11:30

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Jair Bolsonaro recebeu alta do hospital DF Star, em Brasília / Fábio Pozzebom/Agência Brasil

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O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília. A informação foi divulgada por meio de um boletim médico na manhã desta sexta-feira (27).

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Entretanto, Bolsonaro retornará para sua residência e ficará em prisão domiciliar, em vez de ser encaminhado para a Papudinha, por ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, que acatou o pedido da defesa do antigo chefe do Executivo.

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Após a alta, o ex-presidente colocou uma tornozeleira eletrônica às 8h45 e deixou o hospital às 9h45. O período de prisão domiciliar será de 90 dias, com o propósito de que ele apresente melhora em seu quadro de broncopneumonia.

Ao término desse período, o STF vai reavaliar se Bolsonaro continuará em casa ou se retornará para a Papudinha.

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O Diário do Litoral explicou em uma matéria a gravidade do quadro de broncopneumonia do ex-presidente.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Concessão domiciliar

A concessão da domiciliar foi uma crise súbita de mal-estar ocorrida na cela no último dia 13 de março. Na ocasião, o ex-presidente apresentou vômitos e uma queda perigosa na saturação de oxigênio após um episódio de refluxo que levou líquido estomacal aos pulmões.

O quadro evoluiu para uma broncopneumonia grave, exigindo a remoção imediata para a UTI do hospital DF Star, onde ele permanece em recuperação.

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A defesa técnica e familiares, liderados pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e pelo senador Flávio Bolsonaro, intensificaram as agendas com ministros da Suprema Corte para demonstrar a fragilidade do quadro. 

Além da pneumonia recente, foram anexados exames que apontam condições crônicas como hipertensão, apneia do sono grave e sequelas da facada sofrida em 2018. 

Movimentos políticos do Centrão e um abaixo-assinado com mais de 100 mil assinaturas também reforçaram a pressão pela transferência.

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