Cotidiano

Ex-agente da CIA revela por que você nunca deve confiar apenas na trava do hotel

Tracy Walder ensina como criar 'camadas de proteção' no quarto e por que funcionários com cartões de acesso são um ponto cego

Giovanna Camiotto

Publicado em 03/03/2026 às 19:00

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Uma ex-agente da CIA compartilhou uma série de conselhos antes de reservar um hotel / Pexels

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Uma ex-agente da CIA e do FBI decidiu transformar anos de experiência em missões de alto risco em orientações práticas para viajantes comuns. Tracy Walder, de 44 anos, afirma que pequenas decisões podem fazer grande diferença quando o assunto é segurança fora de casa.

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Entre as recomendações mais curiosas está a escolha do quarto de hotel. Segundo ela, o ideal é ficar entre o terceiro e o sexto andar. A justificativa é estratégica: esses andares são altos o suficiente para dificultar invasões a partir da rua, mas ainda permitem evacuação mais rápida em caso de emergência. Para Walder, criminosos tendem a buscar o “caminho mais fácil”, geralmente o térreo.

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Ao mesmo tempo, ela alerta que andares muito elevados podem dificultar a saída em situações críticas, como incêndios ou falhas estruturais. Entenda mais abaixo.

As orientações vão desde a pesquisa prévia do destino até medidas de segurança dentro do próprio quarto/Pexels
As orientações vão desde a pesquisa prévia do destino até medidas de segurança dentro do próprio quarto/Pexels
Estas dicas não exigem grandes investimentos, focando-se em ações que podemos controlar ou recursos que já possuímos/Pexels
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Entre as suas recomendações mais importantes, Walder destaca a escolha criteriosa do quarto de hotel/Pexels
Entre as suas recomendações mais importantes, Walder destaca a escolha criteriosa do quarto de hotel/Pexels
Quando reserva um hotel, Walder aconselha a pedir um quarto localizado entre o terceiro e o sexto andar/Pexels
Quando reserva um hotel, Walder aconselha a pedir um quarto localizado entre o terceiro e o sexto andar/Pexels
Tracy Walder é categórica ao desaconselhar aluguéis particulares, cabe a cada um assumir os riscos/Pexels
Tracy Walder é categórica ao desaconselhar aluguéis particulares, cabe a cada um assumir os riscos/Pexels
 

Mais conselhos da ex-agente da CIA

Outra orientação é evitar aluguéis particulares. A ex-agente considera esse tipo de hospedagem mais imprevisível, já que envolve confiar em desconhecidos e em avaliações online que nem sempre podem ser verificadas.

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Dentro do quarto, Walder adota medidas adicionais: tranca a porta, utiliza o ferrolho e ainda coloca um batente como reforço. A prática surgiu após uma experiência em que se sentiu vulnerável durante uma viagem profissional. Ela lembra que funcionários de hotéis possuem cartão de acesso aos quartos, o que reforça a importância de camadas extras de proteção.

A preparação começa antes mesmo da viagem. Walder recomenda pesquisar o destino, compartilhar o itinerário com familiares e utilizar aplicativos de rastreamento para emergências. Também sugere o uso de dispositivos localizadores na bagagem.

O objetivo, segundo ela, não é gerar medo, mas incentivar autonomia. A proposta é simples: usar recursos que já estão disponíveis e assumir um papel ativo na própria segurança durante as viagens.

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