Uma ex-agente da CIA compartilhou uma série de conselhos antes de reservar um hotel / Pexels
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Uma ex-agente da CIA e do FBI decidiu transformar anos de experiência em missões de alto risco em orientações práticas para viajantes comuns. Tracy Walder, de 44 anos, afirma que pequenas decisões podem fazer grande diferença quando o assunto é segurança fora de casa.
Entre as recomendações mais curiosas está a escolha do quarto de hotel. Segundo ela, o ideal é ficar entre o terceiro e o sexto andar. A justificativa é estratégica: esses andares são altos o suficiente para dificultar invasões a partir da rua, mas ainda permitem evacuação mais rápida em caso de emergência. Para Walder, criminosos tendem a buscar o “caminho mais fácil”, geralmente o térreo.
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Ao mesmo tempo, ela alerta que andares muito elevados podem dificultar a saída em situações críticas, como incêndios ou falhas estruturais. Entenda mais abaixo.
Outra orientação é evitar aluguéis particulares. A ex-agente considera esse tipo de hospedagem mais imprevisível, já que envolve confiar em desconhecidos e em avaliações online que nem sempre podem ser verificadas.
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Dentro do quarto, Walder adota medidas adicionais: tranca a porta, utiliza o ferrolho e ainda coloca um batente como reforço. A prática surgiu após uma experiência em que se sentiu vulnerável durante uma viagem profissional. Ela lembra que funcionários de hotéis possuem cartão de acesso aos quartos, o que reforça a importância de camadas extras de proteção.
A preparação começa antes mesmo da viagem. Walder recomenda pesquisar o destino, compartilhar o itinerário com familiares e utilizar aplicativos de rastreamento para emergências. Também sugere o uso de dispositivos localizadores na bagagem.
O objetivo, segundo ela, não é gerar medo, mas incentivar autonomia. A proposta é simples: usar recursos que já estão disponíveis e assumir um papel ativo na própria segurança durante as viagens.
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