Estudo coloca 2ª cidade mais antiga do Brasil em risco de surto de dengue

Município apresenta um índice de 4,2% de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya

O número coloca Itanhaém, a segunda cidade mais antiga do Brasil, na faixa de risco de surto dessas doenças

O número coloca Itanhaém, a segunda cidade mais antiga do Brasil, na faixa de risco de surto dessas doenças | Agência Brasil

A cidade de Itanhaém está em estado de atenção máxima após o resultado da Avaliação de Densidade Larvária (ADL), realizada em fevereiro pelos agentes de Combate a Endemias. O levantamento apontou que o município apresenta um índice de 4,2% de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. 

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O número coloca Itanhaém, a segunda cidade mais antiga do Brasil, na faixa de risco de surto dessas doenças, segundo a classificação do Ministério da Saúde.

O estudo é realizado por amostragem, com sorteio eletrônico das quadras pelo sistema SisaWeb. Os agentes inspecionaram residências sorteadas em diversas regiões da cidade para identificar focos do mosquito. 

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Os índices são classificados em três níveis: satisfatório (até 1%), alerta (de 1% até 3,9%) e risco (acima de 3,9%). Com o resultado acima de 4%, Itanhaém ultrapassou o limite de segurança.

Maior infestação

A região com o maior índice de infestação foi a chamada área 1, que engloba bairros tradicionais como Ivoty, Centro, Satélite, Suarão e Marrocos (lado praia), com 5,43%. 

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Já a área 2, que inclui Cidade Anchieta, Laranjeiras, Oásis, Tropical, Nossa Senhora do Sion, Aguapeú, Suarão e Vila Loty (lado morro), teve índice de 5,23%.

Na área 3, composta por bairros como Praia do Sonho, Belas Artes, Guapiranga, Cibratel, Cibratel II, Coronel e Chácara Cibratel, o resultado foi de 3,85%.

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Área com menor risco ainda preocupa

Mesmo na área com menor índice, a situação exige atenção. A área 4, que abrange bairros como Cibratel, Tupy, Bopiranga, Jamaica e Gaivota (lado praia), além de Anchieta, São Fernando, Regina, Luizamar, Rio Preto e Marambá (lado morro), apresentou um índice de 2,02%. 

Embora menor que as demais regiões, o número ainda é considerado de alerta, segundo os parâmetros oficiais.

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A Avaliação de Densidade Larvária foi realizada ao longo de até 30 dias, período necessário para mapear as áreas mais afetadas e planejar ações de combate.