O alerta de Gonçalves vem para reforçar a reflexão em torno do dia 6 de abril / Pixabay
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Ter uma vida longa e com qualidade exige dedicação, especialmente quando o objetivo é chegar à terceira idade com autonomia. Manter o corpo em movimento é uma das principais recomendações para isso. Segundo o fisiologista e educador físico do Imot, Ivan de Oliveira Gonçalves, a musculação se destaca como uma aliada importante nesse processo, pois fortalece a estrutura corporal e ainda contribui diretamente para o controle e a redução de doenças como hipertensão e diabetes.
O alerta de Gonçalves vem para reforçar a reflexão em torno do dia 6 de abril, quando se celebra o Dia Mundial da Atividade Física. Instituída pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a data busca incentivar a prática de exercícios em todo o mundo como forma de prevenção a diversos tipos de doenças.
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“A musculação deve ser a principal modalidade de trabalho terapêutico da população idosa. Isso porque o treinamento de força é capaz de prevenir a sarcopenia (perda de massa muscular) e a dinapenia (perda da força no processo de envelhecimento). Contribui para a manutenção da força e da autonomia dos idosos”, explica.
Como consequência, um corpo fortalecido fica menos susceptível a quedas, uma das principais causas de mortes na população idosa. Outro destaque é o impacto na redução de doenças como hipertensão, no controle da diabetes e na prevenção de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs).
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Mas, antes de iniciar a atividade física, Gonçalves ressalta que é preciso passar por uma avaliação física para que seja feita uma análise individual. O Imot Move Saúde é um programa que atende pacientes da terceira idade tanto com a avaliação clínica quanto com o acompanhamento dos exercícios, em um espaço moderno, com equipamentos de ponta que compõem a academia, localizada no 2º andar do Imot.
“O que percebemos hoje é um movimento grande de uma população que quer viver mais e melhor. A longevidade deve andar junto com a autonomia, mas, para isso, é preciso investir em prevenção”, reforça o fisiologista e educador físico.