Especialistas encontram espécie de caranguejo após mais de 150 anos e acendem alerta

O animal é conhecido mundialmente pelo tamanho muito acima de outros crustáceos semelhantes

Pescadores também demonstram apreensão, já que o caranguejo pode afetar outras espécies, competindo por alimentos

Pescadores também demonstram apreensão, já que o caranguejo pode afetar outras espécies, competindo por alimentos | Reprodução/Youtube/Gazeta de São Paulo

Assim como os oceanos do planeta Terra, a natureza adora pregar peças e surpreender a todos.

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O animal é conhecido mundialmente pelo tamanho muito acima de outros crustáceos semelhantes.

Seu desaparecimento está relacionado à ação humana, que provocou a destruição de habitats.



Somam-se a isso a presença de predadores vindos de outras regiões e o aumento da atividade turística, fatores que contribuíram para a redução drástica de seu espaço.

Apesar da grande surpresa, a presença desse animal depois de tanto tempo preocupa especialistas.

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Isso pode indicar que a biodiversidade de algumas áreas está sofrendo desequilíbrio em razão das mudanças climáticas e de impactos ambientais na região.

Pescadores também demonstram apreensão, já que o caranguejo pode afetar outras espécies, competindo por alimentos.

Detalhes

O animal é oficialmente considerado o maior crustáceo terrestre do mundo. O título tem motivo: ele pode chegar a mais de 4 kg e medir até 1 metro de envergadura com as patas estendidas.

Seu nome também tem explicação: o Birgus latro possui força suficiente para quebrar cocos com as pinças.

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Ele vive em ilhas tropicais do Oceano Índico e Pacífico, é onívoro e passa a maior parte da vida em terra, retornando ao mar apenas para se reproduzir. A reprodução só ocorre a partir do quinto ano de vida.

Outro caso

Não é só esse animal que chamou a atenção dos cientistas. Veja também que Especialistas encontram nova espécie de peixe e acendem alerta para desastres ambientais.

Uma nova espécie de peixe foi encontrada na cidade de Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. O animal foi descoberto por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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Conhecido como Listrura elongata, o peixe não possui nadadeira dorsal e apresenta corpo alongado.