Entregue a terceira fase da duplicação da Avenida Quarentenário

O novo trecho, que está em fase de testes finais, será aberto ao trânsito de veículos na próxima semana

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24 JUN 2020Por Da Reportagem12h00
Os recursos para a obra, na ordem de R$ 1,7 milhão, foram obtidos por meio de convênio com o Governo Estadual.Foto: Divulgação/PMSV

A Avenida Quarentenário, que agora se chama Avenida Irmã Dolores, ganhou mais 360 metros de duplicação, na última quarta-feira (23). O novo trecho, que está em fase de testes finais, será aberto ao trânsito de veículos na próxima semana. Com mais esta etapa concluída, a principal via de acesso da Área Continental contará com 1.860 metros duplicados, entre o cruzamento com a Avenida Ulisses Guimarães e a Lagoa do Quarentenário.

Ao lado da vice-prefeita, Professora Lourdinha, do secretário de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Armindo Júnior, de vereadores e de técnicos de obras, nesta terça-feira, o prefeito de São Vicente, Pedro Gouvêa, percorreu toda a extensão do novo trecho de pista. Satisfeito com os resultados, ele anunciou a próxima meta para a área.
 
“Com este trecho pronto, daremos início ao processo para estender a duplicação da avenida para o Parque das Bandeiras e o Samaritá. Este projeto vai acentuar o processo de desenvolvimento da Área Continental. Além disso, vamos implantar um novo sistema de iluminação em toda a extensão da via”.
 
Compreendendo o trecho entre o cruzamento com a Avenida Ulisses Guimarães e a Rua 13, a terceira fase de duplicação seguiu o mesmo padrão do executado nas duas primeiras, com abertura de duas pistas, que receberam sinalização de trânsito vertical (placas) e horizontal (pintura de solo) e ciclovia na lateral esquerda de seu fluxo (Área Continental à Lagoa do Quarentenário).
 
O nome da via também foi mudado, após aprovação de Projeto de Lei de autoria do vereador Jabá e sanção da Lei pelo prefeito Pedro Gouvêa, passando a se chamar Avenida Irmã Dolores. A mudança é uma homenagem à religiosa Maria Dolores Muniz Junqueira, a Irmã Dolores. Conhecida como “mãe dos pobres”, ela dedicou mais de 40 anos de sua vida à população carente, em especial aos moradores da Área Continental.
 
Obra

Antes do asfalto, a pista recebeu uma base com rachão, material utilizado para drenagem, terraplenagem. Também foi providenciada a colocação de Brita Graduada Simples (BGS) – uma composição de faixas de granulometria de pedras. Os recursos para a obra, na ordem de R$ 1,7 milhão, foram obtidos por meio de convênio com o Governo Estadual.