Sua conta de água sobe em janeiro mas fica na margem projetada pela empresa / Reprodução/Freepik
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A tarifa de água e esgoto da Sabesp será reajustada a partir de quinta-feira(1). O valor sobe apenas para acompanhar a inflação, sem aumento real para o consumidor, e ficará 15% mais baixo do que seria cobrado caso a empresa ainda fosse uma companhia estatal.
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A nova tarifa média residencial em 2026 será de R$ 6,40 por metro cúbico nas cidades atendidas pela Sabesp, um aumento de 6%. A conta residencial ficará entre R$ 0,39 e R$ 1,07 mais cara por metro cúbico.
Na prática, para os clientes da categoria residencial, a tarifa, que em 1015 variou de R$ 6,01 a R$ 16,50 conforme o consumo, passará para valores entre R$ 6,40 e R$ 17,57 por metro cúbico.
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No modelo antigo, com a empresa sob controle do governo, a projeção seria de R$ 7,36 pelo mesmo volume de água. E essa diferença de valores acontece devido ao modelo criado pela Sabesp.
Esse modelo inclui regras rígidas para investimentos, a criação de um fundo para universalizar o saneamento (o FAUSP) e um contrato que estabiliza a tarifa até que todos tenham acesso a água e esgoto, meta prevista para 2029.
A Sabesp já aplicou R$ 15 bilhões desde julho de 2024, com destaque para os R$ 10,4 bilhões investidos apenas entre janeiro e setembro deste ano, alta de 151% sobre 2024.
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Pelas novas regras, no entanto, esses gastos não serão transferidos diretamente para a tarifa. A concessionária só poderá ser recompensada por investimentos já feitos e auditados, o que mantém a conta do consumidor sob controle.
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