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Cotidiano

Edilson Dias vai propor fim do voto secreto na Câmara de Guarujá

Segundo o vereador, a medida já vinha sendo anunciada desde que assumiu o cargo, no início de janeiro

Edilson Dias tem outras iniciativas para promover maior transparência no Legislativo de Guarujá / Arquivo/DL

O presidente da Câmara de Guarujá, vereador Edilson Dias (PT), vai apresentar hoje, na primeira sessão ordinária de 2017 da Casa, o projeto de resolução propondo o fim do voto secreto nas deliberações em plenário. Segundo ele, a medida já vinha sendo anunciada desde que assumiu o cargo, no início de janeiro.

O mesmo projeto de resolução também vai propor o fim dos englobamentos de matérias (ou seja, a inclusão de vários assuntos, em um único item de votação), assim como garantir o direito a cada vereador de apresentar seus requerimentos (pedidos de informação ao Executivo), sem a necessidade de aprovação do plenário, além da mudança de horário das sessões, das 15 horas para às 18 horas.

“São medidas que sempre defendi, por entender que o princípio da transparência deve ser o norteador do nosso trabalho. Espero contar com o apoio da maioria dos nossos pares”, comentou ontem Dias.

O presidente elencou ainda outras medidas já adotadas por ele. Entre elas, o congelamento dos subsídios dos vereadores até 2020; a revisão de custos contratuais; e o estabelecimento de cotas para fornecimento de materiais e suprimentos aos gabinetes.

“Tudo será publicado em nosso portal da internet: salários, benefícios, gastos, contratações, inclusive como cada vereador se posicionou em relação às matérias analisadas”, enfatizou Dias, convencido de que a sociedade espera mais austeridade e transparência da parte dos gestores públicos. “O momento exige isso. E a expectativa é grande em relação às nossas ações”.

Concurso

Edilson Dias também reafirmou seu compromisso em realizar concurso público para o preenchimento do quadro de funcionários do Legislativo, que há anos está defasado.

“Minha meta é concluir esse processo ainda no segundo semestre. Montamos recentemente uma comissão que terá 30 dias para avaliar as necessidades”, finalizou.

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