Diante da possibilidade de greve dos metroviários de São Paulo, muitos passageiros buscam alternativas para se deslocar pela capital. Uma das principais alternativas para os passageiros é o PAESE, sigla para Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente às Situações de Emergência.
O sistema é acionado pela SPTrans sempre que ocorre alguma interrupção no transporte sobre trilhos, seja no Metrô, na CPTM, na EMTU ou nas concessionárias privadas que operam as linhas 4-Amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda.
Na prática, o PAESE coloca em circulação ônibus gratuitos que fazem o trajeto entre as estações afetadas, com o objetivo de reduzir os impactos para os usuários durante greves, falhas técnicas, obras programadas ou outras situações emergenciais.
Como funciona o PAESE
Quando o plano é ativado, os ônibus passam a circular em rotas emergenciais, geralmente acompanhando o trajeto da linha interrompida. Os pontos de embarque costumam ser instalados próximos às estações e são sinalizados com orientação aos usuários.
Os veículos podem ser convencionais ou articulados e trazem no letreiro a identificação “PAESE” seguida do destino, como “PAESE – Vila Sônia”, facilitando o reconhecimento pelos passageiros.
O serviço é gratuito?
Sim. O uso dos ônibus do PAESE não tem custo adicional para os passageiros e serve como alternativa temporária enquanto o sistema sobre trilhos estiver parcial ou totalmente paralisado.
A operação pode ser colocada em operação em casos de:
- Greves no Metrô, CPTM ou EMTU;
- Falhas técnicas que interrompam a circulação dos trens;
- Obras programadas;
- Situações emergenciais que comprometam o transporte.
Como saber se o PAESE foi ativado?
Quando acionado, o serviço é divulgado nos canais oficiais da SPTrans, do Metrô e da CPTM, além de avisos sonoros e orientações nas estações. Em casos de paralisação, o PAESE costuma ser uma das principais medidas adotadas para garantir o deslocamento de milhares de passageiros na capital paulista.
