Diário 24 anos: Fizemos e seguimos fazendo história

Nessas quase duas décadas e meia de existência, temos a certeza e a satisfação de dizer que nos mantivemos fiéis à Reportagem

O Diário fez e segue fazendo história

O Diário fez e segue fazendo história | Nair Bueno/DL

“Quando tomei a iniciativa ousada de ser o segundo jornal impresso da Baixada, as dúvidas eram imensas, a insegurança econômica me assustava, mas uma coisa eu tinha em mente: se os desafios fossem perseguidos e os obstáculos superados, faríamos história. Hoje, tenho certeza que o Diário superou, e muito, minhas expectativas. Tenho muito orgulho dos nossos profissionais e do nosso jornalismo”, afirma o fundador Sérgio Souza.        

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“O Diário nasceu de uma necessidade de contraponto, de um novo olhar sobre nossa região, dar voz à população que anseia ser ouvida e atendida. Nossa liberdade editorial é inviolável e temos muito orgulho de mais de duas décadas de existência. Acompanhamos as mudanças tecnológicas sem deixar para trás nossa essência. Muito ainda está por vir e estamos preparados e conscientes de nossa missão de informar com imparcialidade e credibilidade de sempre”, reforça o diretor presidente Alexandre Bueno.

“Mesmo diante da agilidade na apuração e publicação de notícias, insistimos em não sermos superficiais e nem publicarmos o inexistente, em tempos em que fake news se tornaram rotina e alienação de mentes. Nossos profissionais insistem em investigar e apurar tudo com muito mais rigor do que antes, porque acreditam que é preciso diferenciar o Jornalismo do suposto jornalismo”, diz o editor-chefe Arnaud Pierre Courtadon.

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A ex-editora, jornalista Tatyane Casemiro, teve uma longa e marcante passagem pelo Diário. 

“Lá se vão 24 anos de boas histórias. O movimento cotidiano de uma região contado pelos mais diferentes profissionais de imprensa: especialistas em Política, Esportes, Polícia, Cidades, fotógrafos, editores, diagramadores, enfim. Cada jornalista com suas particularidades ideológicas, sexuais e de crenças. O que nos definia? A competência, o amor pela profissão e o respeito pelo leitor. Tantos registraram seus talentos nas páginas diárias do DL e hoje muitos continuam se doando para que o jornal permaneça grande. Em dias tão estranhos onde a liberdade, conquistada em meio a duras lutas, é questionada, só me resta rogar: vida longa à imprensa livre! Vida longa ao Diário do Litoral!”.