Em 2026, o instituto celebrará duas décadas de abertura ao público / Inhotim/William Gomes
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O prestigiado jornal norte-americano The New York Times publicou, nesta terça-feira (6), sua tradicional lista de 52 lugares para conhecer em 2026. O grande destaque para o Brasil foi o Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho, no estado de Minas Gerais, que conquistou a 24ª posição no ranking global.
A publicação ressalta que um único dia é insuficiente para explorar a imensidão do museu, que conta com 500 obras espalhadas por 24 galerias de arquitetura singular em meio a um vasto jardim botânico.
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Em 2026, o instituto celebrará duas décadas de abertura ao público com uma programação focada na identidade afro-amazônica, incluindo novas obras de artistas indígenas sul-americanos e nomes como Dalton Paula e Paulo Nazareth, que se juntarão ao acervo de Yayoi Kusama e Hélio Oiticica.
Além de Inhotim, o jornal sugere que os turistas aproveitem a viagem para conhecer Belo Horizonte, descrita como a "capital dos bares", além das igrejas históricas de Minas Gerais e o Parque Nacional da Serra do Cipó.
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A presença de Inhotim marca o retorno do Brasil à lista, que não contou com destinos nacionais no ano passado, sucedendo as aparições de Brasília (2024), Manaus e Lençóis Maranhenses (2023).
O topo da lista é liderado pela "América Revolucionária", um destino que engloba diversos eventos programados para 2026 nos Estados Unidos em celebração aos 250 anos da independência do país.
Cidades como Filadélfia e Washington, além de estados como Nova York e Massachusetts, terão programações especiais, incluindo desfiles, novas galerias em centros constitucionais e até partidas da Copa do Mundo coincidindo com o feriado de 4 de julho.
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Na segunda posição aparece Varsóvia, na Polônia, que ganha destaque pela inauguração de seu novo Museu de Arte Moderna e pela revitalização da praça central Plac Defilad.
O espaço, que antes servia para desfiles militares na era comunista, está sendo transformado em um polo verde projetado para pedestres, conectando importantes espaços culturais da cidade.
Fechando as três primeiras posições está Bangcoc, na Tailândia. A capital tailandesa foi selecionada pelo New York Times devido aos esforços recentes e intensos para reverter sua condição histórica como uma das cidades com menos áreas verdes em toda a Ásia, apostando em novas iniciativas de sustentabilidade e arborização urbana.
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