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Deputada leva demandas de prefeitos da Baixada Santista sobre enchentes para ministério

Rosana Valle (PSB/SP) esteve reunida com representantes de Peruíbe, Itanhaém, São Vicente e Santos na última segunda-feira (18)

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20 MAR 2019Por Da Reportagem15h22
A Deputada Federal Rosana Valle (PSB/SP) e os representantes da regiãoFoto: Divulgação

Prefeitos e representantes da Baixada Santista e Litoral Sul estiveram em Brasília na última segunda-feira (18). Eles foram reivindicar verbas para projetos de prevenção a enchentes e deslizamentos em morros. A deputada federal Rosana Valle (PSB/SP) esteve com representantes de Peruíbe, Itanhaém, São Vicente e Santos, e encaminhou propostas ao ministro do Desenvolvimento Regional, o engenheiro Gustavo Canuto. Foram apresentados estudos e laudos que comprovam a necessidade de diversas obras em nossa região.

“Levamos as demandas dos prefeitos que já tinham projetos prontos e senti uma sinalização positiva do ministro do Desenvolvimento Regional. Sei que o momento é de inicio de governo, faltam verbas, mas essa é a hora de apresentar nossas reivindicações. A Baixada Santista e o Litoral Sul sofrem com os mesmos problemas há muitos anos e precisam de atenção. Estou a disposição para encaminhar as necessidades da nossa região aos ministérios de Brasília”.

Pedro Gouvêa, prefeito de São Vicente, explicou que a cidade precisa construir 24 canais e instalar nove comportas, com um custo de aproximadamente R$ 48 milhões. O prefeito Luiz Maurício, de Peruíbe, disse que a maior necessidade é a drenagem das águas das chuvas em diversos bairros, também expôs sua preocupação com a estrada de Guaraú, que teve trechos destruídos por causa das enchentes.

Já o prefeito de Itanhaém, Marco Aurélio, revelou a necessidade de serviços de recuperação de cinco canais que transbordam com as chuvas. Rogério Santos, secretário de Governo do município de Santos, solicitou verbas de R$ 300 mil para projetos de redução de riscos e acidentes nos morros da cidade.

O Ministro acolheu os projetos e afirmou que irá encaminha-los para a Secretaria de Proteção e Defesa Civil, responsável pela liberação dos recursos. No entanto, explicou que a pasta está se reorganizando e que não há previsão para liberação das verbas.

"Somente nos 15 primeiros dias de março choveu aproximadamente 70% do esperado para o mês inteiro. Comunidades ficaram inundadas e famílias perderam seus bens. Por isso, reuni os prefeitos e agendei a reunião com o ministro. Se os projetos apresentados pelos prefeitos foram aprovados, talvez não tenhamos tantos problemas na próxima temporada de chuvas", afirma Rosana.

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