Cotidiano

Defesa Civil: O que significa o alerta de 'perigo severo' para o litoral de SP até sexta-feira

A Defesa Civil do estado junto a institutos meteorológicos colocam a região como potencial algo de chuvas torrenciais e problemas com enchentes

Jeferson Marques

Publicado em 25/02/2026 às 11:08

Atualizado em 25/02/2026 às 12:52

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Avenida beira-mar alagada após horas de chuva intensa no litoral / IA
Avenida beira-mar alagada após horas de chuva intensa no litoral / IA
Ondas fortes de ressaca atingem a orla, sinalizada com perigo / IA
Ondas fortes de ressaca atingem a orla, sinalizada com perigo / IA
Agentes da Defesa Civil monitoram encosta com risco de deslizamento / IA
Agentes da Defesa Civil monitoram encosta com risco de deslizamento / IA
Detalhe de uma encosta saturada de água, mostrando instabilidade / IA
Detalhe de uma encosta saturada de água, mostrando instabilidade / IA

'Alerta Severo' indica chuvas fortes caindo de maneira constante, gerando alagamentos / Paulo Pinto/Agência Brasil

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A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta de "perigo severo" para todo o litoral paulista. A chegada de uma forte frente fria, combinada com a entrada de umidade vinda do oceano, deve manter o tempo instável e perigoso até o final desta sexta-feira, 27 de fevereiro.

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O fenômeno, conhecido como chuva persistente, preocupa as autoridades devido aos volumes acumulados, que podem ultrapassar os 175 mm em várias cidades da Baixada Santista, Litoral Norte e Vale do Ribeira.

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Solo encharcado e risco de deslizamentos

O maior problema não é apenas a intensidade da chuva, mas a saturação do solo. Como a região já vem recebendo precipitações nos últimos dias, o risco de deslizamentos de terra em encostas é considerado altíssimo.

Cidades como Peruíbe e Ubatuba já registram acumulados históricos para o mês de fevereiro. O monitoramento na Serra do Mar foi intensificado, e rodovias como a Tamoios (SP-099) e a Oswaldo Cruz (SP-125) podem sofrer interdições preventivas a qualquer momento.

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O que esperar até sexta?

  • Chuva persistente: Precipitação contínua, variando de moderada a forte.
  • Queda de temperatura: A massa de ar polar que acompanha a frente fria derruba os termômetros em toda a faixa litorânea.
  • Ressaca marítima: Ondas elevadas podem dificultar a navegação e o serviço de travessia de balsas.
  • Alagamentos: Alto potencial para transbordamento de rios e córregos em áreas urbanas baixas.

Recomendações de segurança

A Defesa Civil orienta que moradores de áreas de risco fiquem atentos a sinais como rachaduras em paredes, postes inclinados ou árvores com a base instável. Ao notar qualquer movimentação de terra, a recomendação é sair imediatamente do imóvel e acionar o 199.

Evite atravessar áreas alagadas e não estacione veículos próximos a árvores ou placas de sinalização, devido ao risco de quedas por ventos constantes.

Fontes pesquisadas:

Defesa Civil do Estado de São Paulo (Portal e Redes Sociais);

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CPTEC/INPE (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos);

CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências);

Boletins meteorológicos regionais (G1 Santos e Vale do Paraíba);

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Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP).

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