Caso aconteceu em março de 2025 / Reprodução
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As praias do litoral brasileiro apresentam muito mais do que belezas naturais. Seja no Rio de Janeiro, no coração da região litorânea paulista ou no Nordeste, o mar proporciona verdadeiros espetáculos e até mesmo alguns riscos.
Para refrescar a memória, a reportagem do Diário do Litoral faz uma viagem no tempo e relembra algumas ocasiões que marcaram as marés.
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Na última semana, as praias do Curral e do Veloso amanheceram tomadas por uma extensa mancha avermelhada. O assunto ganhou ainda mais atenção após a divulgação de um vídeo nas redes sociais.
O caso está sendo acompanhado de perto pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Agentes do órgão já realizaram a coleta de amostras, que passarão por análises mais detalhadas. O resultado deve ser divulgado nos próximos dias.
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A recomendação é que banhistas, moradores, turistas e pescadores evitem qualquer tipo de contato com a água nessa coloração.
Embora o micro-organismo Mesodinium rubrum não seja considerado tóxico, sua proliferação em grande escala pode causar impactos ambientais significativos.
O fenômeno, caracterizado por manchas avermelhadas na superfície do mar, ocorre devido à alta concentração desse organismo. Sua presença costuma atrair a atenção de pesquisadores, que monitoram de perto sua formação e comportamento.
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Entre os principais efeitos está o processo de decomposição, que reduz os níveis de oxigênio na água. Essa condição pode comprometer o equilíbrio do ecossistema, afetando a fauna e a flora marinha e prejudicando diversos ciclos de vida.
Em março de 2025, a Praia de Itamambuca, em Ubatuba, no litoral de São Paulo, se tornou cenário de filme. Quem esteve no local conseguiu ver as ondas brilhando em um intenso azul fluorescente.
O fenômeno, conhecido como bioluminescência, ocorre devido à presença de algas microscópicas que emitem luz ao entrarem em contato com o oxigênio.
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Em dezembro de 2025, a noite daquele domingo reservou um fenômeno natural curioso na Praia do Itararé, em São Vicente, no litoral de São Paulo.
As águas vicentinas foram tomadas por uma grande quantidade de algas, o que provocou o surgimento de marcas luminosas na areia.
O caso raro foi registrado pelo engenheiro-agrônomo Maykon Canesin Clemente, que caminhava pelo trecho acompanhado de um grupo de pessoas.
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