Cotidiano

Criminoso que estava declarado 'falecido' morre de verdade em troca de tiros com a Rota

Agentes da Rota realizavam patrulhamento em Praia Grande quando foram recebidos a tiros pelo suspeito

Gabriel Fernandes

Publicado em 26/03/2026 às 08:36

Atualizado em 26/03/2026 às 08:36

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O caso aconteceu em Praia Grande, na tarde da última terça-feira (24) / Governo de SP/Divulgação

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O homem que morreu em uma troca de tiros com policiais da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), no bairro Vila Mirim, em Praia Grande, era procurado pela Justiça e constava como morto em sua documentação. Ele possuía um atestado de óbito falso, segundo informações divulgadas pela CNN Brasil.

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Conforme noticiado pelo Diário na última terça-feira (24), o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado, mas o óbito foi constatado pelo médico responsável. Nenhum policial ficou ferido.

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O que aconteceu?

Os agentes do 1º Batalhão de Polícia de Choque realizavam patrulhamento após receberem informações sobre a localização do suspeito, que era procurado pela Justiça. Eles encontraram o veículo na Avenida Presidente Castelo Branco, próximo ao bairro Guilhermina. Durante a tentativa de abordagem, o suspeito reagiu e efetuou disparos contra a equipe, que revidou, iniciando uma troca de tiros.

O criminoso foi baleado no confronto e morreu no local.

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Em nota à CNN Brasil, a Rota deixou claro que sua atuação no combate ao crime organizado é sempre pautada pela legalidade e técnica.

Óbito falso

Ao verificarem os dados do homem no sistema, os policiais constataram que ele tinha passagens por roubo, receptação, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, organização criminosa e porte ilegal de arma.

Além disso, ele portava uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação) falsa e constava como “falecido” no próprio sistema, com um atestado de óbito igualmente falso.

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O caso foi registrado na CPJ (Central de Polícia Judiciária) de Praia Grande como morte decorrente de oposição à intervenção policial.

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