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Contratos põem aulas da rede municipal de Santos em risco

Um grupo de 279 docentes da rede pública tem contrato, pela Lei 650/90, vencendo em dezembro.

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13 NOV 201215h39

Um grupo de 279 professores substitutos em atividade nas escolas da rede municipal de Santos está prestes a se desligar da Administração Municipal, de forma gradativa, até 31 de dezembro. A possibilidade de as aulas começarem em fevereiro de 2013 com falta de professores já preocupa pais de alunos, docentes e a Câmara.

Os 279 professores - dos ensinos Infantil, Fundamental e de Educação Especial - estão dando aulas porque foram contratados “emergencialmente” pela Lei Municipal 650/90. Alguns estão com os contratos renovados.
 
Os docentes  acompanharam a sessão de ontem do Legislativo e alertaram os vereadores sobre a possibilidade de as aulas começarem em 2013 com salas sem professores.
 
O presidente da Comissão Permanente de Educação, Reinaldo Martins (PT), destacou que a categoria está preocupada com a proximidade do fim dos contratos. Já outro membro da comissão, Geonísio Pereira de Aguiar, o Boquinha (PMDB), não poupou críticas à Secretaria Municipal de Educação (Seduc). “Isso mostra a total falta de organização da Seduc. Não faz muito tempo, outros contratos tiveram de ser prorrogados”.
 
Terreno está situado na esquina das avenidas Senador Feijó e Rangel Pestana (Foto: Matheus Tagé/DL)
 
Pelo cronograma do término dos contratos em dezembro, três terminam no dia 3, catorze no dia 4, doze no dia 7, nove no dia 8 e assim sucessivamente até o dia 31, quando 130 contratos são encerrados.
 
Segundo os parlamentares, não haverá tempo até o início das aulas para a convocação e  realização dos exames dos professores  que passaram em concurso público.

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