Enquanto para muitos um canteiro de obras significa apenas concreto, barulho e andaimes, para Douglas Demétrio ele revela algo maior. O catarinense, sócio-fundador da Obrasul e criador do movimento “Salve Obreiros”, está à frente de uma transformação silenciosa, e urgente, no setor de reformas verticais do país.
Foi trabalhando diretamente nas frentes de serviço, que ele percebeu a lacuna entre a importância do trabalho realizado e as condições oferecidas aos profissionais da base. “Faltava segurança, estrutura e, principalmente, valorização”, recorda.
Um movimento digital que virou realidade
Foi dessa percepção que nasceu o “Salve Obreiros”, movimento criado nas redes sociais para mostrar o dia a dia real dos trabalhadores e ressignificar o termo “obreiro”.
“Quando falo em obreiro, não me refiro à religião, e sim às pessoas que estão nas obras, construindo com as próprias mãos e com muito esforço”, explica Douglas.
O movimento ganhou corpo e deu origem a um modelo de negócio inovador. A Obrasul, fundada em 2018, se especializou em reformas verticais e desenvolveu um sistema de franquias que alia rentabilidade e impacto social.
“Nosso propósito é mostrar que o profissional da reforma vertical pode ser valorizado, reconhecido e trabalhar com estrutura”, afirma o empreendedor.
Capacitação e futuro do setor
Entre as iniciativas está a Imersão “Como Ser Obrasul”, que acontecerá nos dias 5 e 6 de dezembro, no Espírito Santo. O evento deve reunir empreendedores interessados em conhecer o modelo que tem transformado a vida de trabalhadores por todo o país.
Para Douglas, no entanto, o verdadeiro sucesso não aparece apenas nos números. “Estamos mostrando que é possível crescer, empreender e se profissionalizar dentro do setor de reforma vertical, com respeito e reconhecimento”, afirma.
Um futuro construído com reconhecimento
Para Douglas, o sucesso vai além dos números. “Estamos mostrando que é possível crescer, empreender e se profissionalizar dentro do setor de reforma vertical, com respeito e reconhecimento”.
Sua trajetória prova que, quando se coloca as pessoas no centro do negócio, todos saem ganhando, especialmente um setor historicamente carente de valorização profissional.
