Cotidiano
A reativação ocorreu 18 dias antes do prazo de 30 dias prometido pelo prefeito, marcando um avanço no cronograma de uma das intervenções mais esperadas pela população
O projeto prevê a construção de três reservatórios de contenção de cheias, conhecidos como piscinões, todos localizados no bairro Santo Antônio, uma das áreas mais afetadas por enchentes na cidade / Divulgação/PMG
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As obras de macrodrenagem do Rio Santo Amaro, em Guarujá, no litoral de São Paulo, foram retomadas nesta segunda-feira (25), 12 dias após a paralisação. A reativação ocorreu 18 dias antes do prazo de 30 dias prometido pelo prefeito, marcando um avanço no cronograma de uma das intervenções mais esperadas pela população.
O projeto prevê a construção de três reservatórios de contenção de cheias, conhecidos como piscinões, todos localizados no bairro Santo Antônio, uma das áreas mais afetadas por enchentes na cidade.
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Com investimento de R$ 120 milhões, o contrato é financiado pela Caixa Econômica Federal, dentro do programa Saneamento para Todos, e acompanhado pela Gerência de Governança e Gestão de Riscos (GIGOV/CEF).
Firmado em 2021, ainda na gestão anterior, o contrato tinha previsão de conclusão em 2023. Porém, a obra foi paralisada no primeiro semestre de 2024, em razão de dificuldades orçamentárias.
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Segundo a Prefeitura, o reajuste pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) não foi suficiente para cobrir o aumento dos custos provocados pela pandemia, pela falta de insumos e pela alta dos preços dos materiais de construção.
A atual gestão relatou que não encontrou informações detalhadas sobre as condições contratuais no início do mandato. Após negociações com a Caixa e a empresa responsável, ajustes técnicos e administrativos foram firmados, permitindo a retomada antecipada.
O prefeito destacou a urgência da obra, citando as chuvas recentes e o histórico de alagamentos no bairro Santo Antônio.
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'A retomada era necessária. Nas últimas semanas, Guarujá sofreu com chuvas, e o bairro Santo Antônio possui histórico de fortes enchentes que comprometem moradias e mobilidade urbana', afirmou.
A expectativa é que, após a conclusão, os reservatórios tragam segurança a moradores e motoristas, reduzindo os impactos de chuvas fortes na região.
Apesar da retomada, a Prefeitura ainda não informou o novo prazo de conclusão das obras, que seguem sob acompanhamento da Caixa e da administração municipal.
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