Cotidiano

Com investimento de R$ 120 milhões, litoral de SP retoma às obras contra enchentes

A reativação ocorreu 18 dias antes do prazo de 30 dias prometido pelo prefeito, marcando um avanço no cronograma de uma das intervenções mais esperadas pela população

Ana Clara Durazzo

Publicado em 30/08/2025 às 17:05

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O projeto prevê a construção de três reservatórios de contenção de cheias, conhecidos como piscinões, todos localizados no bairro Santo Antônio, uma das áreas mais afetadas por enchentes na cidade / Divulgação/PMG

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As obras de macrodrenagem do Rio Santo Amaro, em Guarujá, no litoral de São Paulo, foram retomadas nesta segunda-feira (25), 12 dias após a paralisação. A reativação ocorreu 18 dias antes do prazo de 30 dias prometido pelo prefeito, marcando um avanço no cronograma de uma das intervenções mais esperadas pela população.

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Três piscinões para conter cheias

O projeto prevê a construção de três reservatórios de contenção de cheias, conhecidos como piscinões, todos localizados no bairro Santo Antônio, uma das áreas mais afetadas por enchentes na cidade.

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Com investimento de R$ 120 milhões, o contrato é financiado pela Caixa Econômica Federal, dentro do programa Saneamento para Todos, e acompanhado pela Gerência de Governança e Gestão de Riscos (GIGOV/CEF).

Histórico de atrasos e dificuldades

Firmado em 2021, ainda na gestão anterior, o contrato tinha previsão de conclusão em 2023. Porém, a obra foi paralisada no primeiro semestre de 2024, em razão de dificuldades orçamentárias.

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Segundo a Prefeitura, o reajuste pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) não foi suficiente para cobrir o aumento dos custos provocados pela pandemia, pela falta de insumos e pela alta dos preços dos materiais de construção.

A atual gestão relatou que não encontrou informações detalhadas sobre as condições contratuais no início do mandato. Após negociações com a Caixa e a empresa responsável, ajustes técnicos e administrativos foram firmados, permitindo a retomada antecipada.

Combate às enchentes

O prefeito destacou a urgência da obra, citando as chuvas recentes e o histórico de alagamentos no bairro Santo Antônio.

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'A retomada era necessária. Nas últimas semanas, Guarujá sofreu com chuvas, e o bairro Santo Antônio possui histórico de fortes enchentes que comprometem moradias e mobilidade urbana', afirmou.

A expectativa é que, após a conclusão, os reservatórios tragam segurança a moradores e motoristas, reduzindo os impactos de chuvas fortes na região.

Prazo indefinido

Apesar da retomada, a Prefeitura ainda não informou o novo prazo de conclusão das obras, que seguem sob acompanhamento da Caixa e da administração municipal.

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