Cotidiano
A capital paulista montou sua maior estrutura de segurança da história para proteger os foliões, tendo como prioridade absoluta o combate ao furto de celulares
O show de Ivete Sangalo serviu como o grande teste operacional para as forças de segurança. / Divulgação/PMSP
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O Carnaval de São Paulo em 2026 começou com uma operação de guerra. Com mais de 50 mil agentes mobilizados, a capital paulista montou sua maior estrutura de segurança da história para proteger os foliões, tendo como prioridade absoluta o combate ao furto de celulares.
As imagens aéreas impressionam: uma multidão tomou conta do Parque Ibirapuera logo nas primeiras horas da folia. O show de Ivete Sangalo serviu como o grande teste operacional para as forças de segurança.
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A Operação: 58 mil policiais e agentes da GCM monitoram 8 dias de festa.
Tecnologia: Drones de alta resolução sobrevoam os blocos para identificar suspeitos em tempo real.
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Trânsito: Interdições severas no entorno do Ibirapuera mudaram a rotina de quem circula pela região.
Mesmo com o policiamento recorde, as primeiras prisões já ocorreram. Dois homens foram detidos em flagrante com vários aparelhos escondidos. O esforço é para evitar que se repita o cenário do ano passado, quando São Paulo registrou 5.500 boletins de ocorrência por roubo e furto de celulares no Carnaval.
Dica de Segurança: As autoridades recomendam o uso de doleiras, evitar manusear o aparelho em meio à multidão e desconfiar de esbarrões suspeitos.
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Nem tudo é festa; para muitos, o Carnaval é oportunidade. Centrais de reciclagem montadas pela prefeitura permitem que trabalhadores ganhem até R$ 250 por dia coletando latas e plásticos descartados. Cerca de 200 profissionais atuam na linha de frente para unir sustentabilidade e geração de renda.