Coberturas históricas marcam a trajetória do Diário do Litoral

Nascido no dia 12 de novembro de 1998, o Diário do Litoral segue sendo um dos dois únicos jornais que circula diariamente na Baixada Santista

O grupo também acompanhou de perto a rotina dos eleitores do litoral durante as eleições presidenciais de 2002, que viriam a mudar radicalmente os rumos da política local e nacional. Ainda no mesmo ano, a Rodovia dos Imigrantes finalmente ganhava sua segunda pista, criando mais uma forma de desafogar o trânsito entre Capital e litoral, mas o custo alto dos pedágios também ocorreu. Mostrando estar sempre atento a todos os pontos de vista, o Diário do Litoral ‘manchetou’ ambas matérias, dando espaço para o que é positivo, mas também apontando o lado negativo.

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As estradas voltariam a ocupar a parte mais alta da capa do jornal poucos anos depois, quando um engavetamento deixou mais de 300 veículos danificados durante uma cobertura que mobilizou toda a equipe do DL. Em junho de 2014, com a Copa do Mundo rolando e três seleções hospedadas entre Santos e Guarujá, os jornalistas saíram da redação para marcar presença e cobrir a inauguração do Museu Pelé, o qual já havia motivado uma série de outras reportagens, algumas positivas, outras nem tanto, ao longo destes 25 anos.

Outra ‘saga’ acompanhada pelo DL, que o jornal viu sair do papel, foi a do Veículo Leve Sob Trilhos, o VLT. Anunciado tantas vezes ao longo das últimas décadas, o VLT só foi entrar em operação comercial no início de 2016, estreando um equipamento cujo debate só não é mais antigo do que a da ponte unindo Santos e Guarujá, que acabou se transformando em túnel submerso nestes últimos tempos.

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Em 2015, um incidente rapidamente virou um desastre sem precedentes quando um incêndio gerou uma série de explosões em estruturas da Ultracargo, empresa localizada na Alemoa, em Santos. O fogo tomou a paisagem da Baixada Santista e uma coluna de fumaça podia ser vista em São Vicente, Cubatão e Guarujá ao longo de oito longos e quentes dias que foram complementados ainda por um forte cheiro de cloro.

Se isto não fosse suficiente, o Diário do Litoral se mobilizou mais uma vez logo no início do ano seguinte, quando um vazamento de gás ocorreu em Guarujá, dentro das dependências da Localfrio.

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Em 2016, a votação do impeachment da então presidente Dilma Rousseff levou a mais um longo dia de fechamento e uma capa, que pode ser vista na página anterior, com a lista contendo foto por foto de cada parlamentar que decidiu pela saída da chefe máxima do Executivo brasileiro.

Dois anos depois, o momento político nacional passou por um dos momentos mais importantes com a eleição de Jair Bolsonaro para a Presidência da República. Esse movimento direitista que tomou o Palácio do Planalto acabou também se refletindo nas eleições municipais de 2020, que presenciaram um aumento significativo de políticos de alas mais extremistas e cuja apuração terminou tarde da noite devido a um problema técnico em um supercomputador que provocou lentidão na totalização dos votos, o que, novamente, não impediu que a edição seguinte do Diário do Litoral fosse para as bancas com todas as informações devidamente apuradas.

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Já no ano passado, dois fatos que ainda são recentes na história do DL, mas extremamente relevantes, foram reportados em tempo real pelos jornalistas. Em outubro, a Reportagem finalizava a cobertura da eleição mais disputada da história do País, culminando com o retorno de Lula à Presidência. E quando se achava que o ano terminaria sem mais grandes matérias, Santos, a Baixada, o Brasil e o mundo, perderam o Rei Pelé, que foi homenageado não só por todas as autoridades possíveis, mas também pelo Diário do Litoral, com capas criadas especialmente para tentar homenagear um homem com a grandiosidade que apenas Edson Arantes do Nascimento possuía.

E estes são apenas alguns dos momentos que o Diário do Litoral acompanhou. Seria impossível citar todos, mas temos a certeza que ainda teremos muitos mais pela frente.