O primeiro passo para a formalização é a obtenção da Carteira de Identificação Profissional / Freepik
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A regulamentação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em 2026 trouxe uma oportunidade inédita para profissionais do volante: a figura do instrutor autônomo. Agora, as aulas práticas de direção podem ser ministradas por profissionais independentes, permitindo que o instrutor gerencie seu próprio negócio e horários.
Para ingressar nesse mercado em expansão, o candidato deve cumprir requisitos básicos de conduta e realizar uma formação específica voltada para habilidades pedagógicas e legislação de trânsito.
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O primeiro passo para a formalização é a obtenção da Carteira de Identificação Profissional, que será emitida após a conclusão de um curso gratuito disponibilizado no site da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).
A capacitação foca no desenvolvimento técnico e na condução responsável, exigindo uma prova final de aproveitamento para a liberação do certificado de conclusão.
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Para atuar na modalidade autônoma, o profissional precisa garantir que o veículo utilizado — seja ele próprio ou do aluno — cumpra rigorosamente as normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O carro ou moto deve respeitar o limite de anos de fabricação permitido para frotas de ensino e possuir identificação visível, como adesivos de "veículo de ensino", garantindo a segurança de todos os envolvidos nas aulas práticas.
O instrutor é o responsável direto por monitorar o comportamento do aluno, reforçar conceitos teóricos e oferecer feedbacks construtivos durante o percurso em via pública.
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Além disso, o profissional deve estar preparado para fiscalizações eventuais dos órgãos de trânsito, sendo obrigatório portar a CNH, a credencial de instrutor, a Licença de Aprendizagem Veicular e o CRLV do veículo durante as aulas.
Após a formação, o instrutor deve buscar autorização junto ao Detran de seu estado para ser registrado no sistema do Ministério dos Transportes. Esse registro é fundamental, pois permite que os futuros alunos consultem a aptidão do profissional nos sites oficiais antes da contratação.
Pela plataforma digital, o instrutor também poderá gerenciar sua disponibilidade de horários e locais, além de validar oficialmente a carga horária realizada pelo aluno.
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Uma vantagem significativa da nova regra é a flexibilidade: instrutores que já possuem vínculo com autoescolas podem manter seus empregos fixos e atuar de forma independente nas horas livres.
O projeto, que visa baratear o processo de habilitação ao aumentar a concorrência, segue em fase de consulta pública na plataforma Participa + Brasil, permitindo que a população sugira melhorias no modelo de trabalho.