Cotidiano
Com o menor custo imobiliário do país e um ritmo desacelerado, a cidade se torna o destino ideal para quem busca equilíbrio sem abrir mão de serviços públicos de qualidade
A oferta de imóveis acima da demanda especulativa reduz a concorrência e ajuda a manter os preços baixos / Reprodução/Imagem feita por ia
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Um ritmo de vida tranquilo, com infraestrutura consolidada, serviços públicos acessíveis e custo de vida mais baixo. Um lugar com tantas características “ideais” pode até parecer difícil de encontrar.
No entanto, levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), divulgado em novembro de 2025, mostra que uma cidade do interior do Rio Grande do Sul apresenta um cenário positivo para o mercado imobiliário, na contramão do restante do país.
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Pelotas se destaca por estar entre as cidades mais baratas do Brasil para a compra de imóveis residenciais e pelo baixo custo de vida em comparação à média nacional. O município ainda oferece um equilíbrio entre a estrutura urbana e a tranquilidade típica do interior.
De acordo com dados da Fipe, Pelotas registra atualmente o menor valor médio do metro quadrado residencial do Brasil. O indicador considera anúncios e transações monitoradas ao longo do ano, refletindo não apenas valores pontuais, mas uma tendência consolidada do mercado.
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Enquanto cidades médias e grandes metrópoles apresentam preços mais elevados e maior instabilidade, Pelotas chama atenção pelos valores acessíveis e pela menor pressão especulativa. Isso a torna uma alternativa atrativa tanto para quem busca moradia quanto para investidores.
Especialistas apontam uma combinação de fatores para explicar o cenário. A economia local mais estável, sem picos de crescimento desordenado, contribui para conter a inflação imobiliária. Além disso, a oferta de imóveis acima da demanda especulativa reduz a concorrência e ajuda a manter os preços equilibrados.
Para quem valoriza uma rotina mais tranquila, o interior pode ser a escolha ideal. Morar no Rio Grande do Sul, por exemplo, significa conviver com menos trânsito, menor índice de poluição e maior proximidade com áreas verdes. Cidades menores favorecem um cotidiano mais calmo, associado à qualidade de vida e ao bem-estar.
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Outro atrativo é o custo de vida mais acessível. Despesas com alimentação, transporte e moradia costumam ser mais baixas do que nos grandes centros, o que possibilita adquirir imóveis maiores e mais confortáveis. Para quem considera cidades do interior como alternativa, o custo-benefício pode ser decisivo na hora de escolher onde viver ou investir.