A medida também busca eliminar a poluição visual que afeta regiões turísticas e áreas de grande circulação de pessoas. / Divulgação/Prefeitura de Guarujá
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A mudança tem como principal objetivo reorganizar o espaço urbano do Guarujá, reduzir riscos de acidentes e melhorar a estabilidade dos serviços.
A medida também busca eliminar a poluição visual que afeta regiões turísticas e áreas de grande circulação de pessoas.
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Com a lei já sancionada, o município terá 180 dias para definir as regras de fiscalização, os critérios técnicos e as responsabilidades das concessionárias.
Após a regulamentação, as empresas terão um prazo que varia entre dois e cinco anos para retirar os cabos aéreos e concluir a instalação da rede subterrânea.
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O descumprimento das determinações resultará em multas, que poderão ser dobradas em caso de reincidência.
A primeira região a receber a nova estrutura será o Centro, onde há maior concentração de fios aparentes e maior impacto negativo no visual urbano.
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A migração para o modelo subterrâneo ocorrerá de forma gradual, avançando posteriormente para todos os bairros até cobrir todo o perímetro urbano.
A iniciativa também deve contribuir para a redução dos furtos de cabos, prática que vem se tornando cada vez mais comum em diferentes regiões do país.
Estudos do setor indicam que, apesar do investimento inicial elevado, o sistema subterrâneo reduz custos operacionais ao longo do tempo, por demandar menos intervenções e apresentar menor incidência de falhas causadas por intempéries, como ventos fortes e chuvas intensas.
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