Cotidiano

Chamas destroem parte do Velódromo Olímpico na madrugada desta quarta-feira

Apesar dos danos na cobertura, pista de madeira siberiana e acervo do Museu Olímpico não foram comprometidos

Nathalia Alves

Publicado em 08/04/2026 às 11:51

Atualizado em 08/04/2026 às 11:51

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Entre balões e temporais, estrutura que abriga o Museu Olímpico enfrenta novo incidente após série de danos desde 2017 / Reprodução/Wikipedia e Corpo de Bombeiros

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Na madrugada desta quarta-feira (8), um incêndio atingiu o teto do Velódromo do Parque Olímpico, na Barra Olímpica, zona oeste do Rio de Janeiro. As chamas destruíram parte da cobertura, mas, felizmente, não houve feridos.

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Segundo as autoridades, o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 4h. O fogo concentrou-se no revestimento sintético da cobertura, mas a rapidez do chamado permitiu que a equipe controlasse as chamas a tempo de evitar danos ainda maiores à estrutura.

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Histórico de incidentes

Esta não é a primeira vez que o equipamento esportivo sofre danos. Localizado na Avenida Embaixador Abelardo Bueno, o Velódromo já enfrentou outros episódios críticos:

  • 2017 (Balões): O local foi alvo de dois incêndios causados pela queda de balões. O primeiro, em julho, foi o mais grave, custando R$ 199,4 mil em reparos. O segundo, em novembro, gerou um gasto de R$ 60 mil. Na época, a Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo) custeou os consertos.

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  • 2018 (Chuvas e Vendaval): Em outubro daquele ano, um forte temporal danificou o telhado e causou alagamentos. Funcionários precisaram proteger a pista com lonas para preservar a madeira siberiana, material altamente sensível que exige refrigeração constante por ar-condicionado.

Legado da Rio-2016

Palco das competições de ciclismo de pista nos Jogos Olímpicos de 2016, o Velódromo é hoje um dos principais centros de treinamento do Rio de Janeiro.

Este é o terceiro incêndio a atingir a estrutura desde as Olimpíadas/Prefeitura do Rio de Janeiro

Atualmente, o espaço atende cerca de 4.000 pessoas e abriga mais de 33 modalidades esportivas, incluindo:

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  • Vôlei e Basquete;

  • Ginástica e Handebol;

  • Artes marciais, como Judô e Jiu-jitsu.

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Além das atividades esportivas, o local abriga, desde agosto do ano passado, o Rio Museu Olímpico. O espaço ocupa aproximadamente 1.700 m² da área superior do prédio, preservando a memória dos Jogos com a exposição de tochas, medalhas, bolas e equipamentos oficiais utilizados durante o evento.

Bombeiros controlam fogo na cobertura/Gabriel de Paiva

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