Cotidiano

Cena rara: Festival de pesca que estava paralisado por segurança retorna com tudo

Após problemas de financiamento e segurança, a Nigéria retomou um de seus maiores eventos culturais com disputa frenética

Giovanna Camiotto

Publicado em 18/02/2026 às 20:02

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Um dos maiores eventos culturais da África voltou a movimentar a Nigéria / Reprodução/Instagram

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Um dos maiores eventos culturais da África voltou a movimentar a Nigéria. O tradicional Festival de Pesca de Argungu, reconhecido pela Unesco, reuniu dezenas de milhares de participantes entre os dias 11 e 14 de fevereiro, após seis anos suspenso por problemas de segurança e falta de financiamento.

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Durante quatro dias, pescadores de várias regiões mergulharam nas águas do rio Matan-Fada em busca do maior peixe. Imagens mostram competidores lado a lado, usando redes artesanais com cabos de madeira curvados, em uma disputa intensa e simbólica.

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O grande vencedor fisgou um peixe-gato de 59 quilos e foi premiado com um carro estampado com a palavra “Winner”. Após a competição, os peixes capturados foram vendidos ao público presente.

O Festival de Pesca de Argungu reúne milhares de participantes às margens do rio Matan-Fada, na Nigéria /Instagram
O Festival de Pesca de Argungu reúne milhares de participantes às margens do rio Matan-Fada, na Nigéria /Instagram
A competição premia o pescador que captura o maior peixe usando redes artesanais tradicionais /Instagram
A competição premia o pescador que captura o maior peixe usando redes artesanais tradicionais /Instagram
O evento voltou a ser realizado após seis anos suspenso por questões de segurança e financiamento /Instagram
O evento voltou a ser realizado após seis anos suspenso por questões de segurança e financiamento /Instagram
Criado em 1934 como gesto de paz, o festival se tornou um dos maiores eventos culturais da África /Instagram
Criado em 1934 como gesto de paz, o festival se tornou um dos maiores eventos culturais da África /Instagram
Além da pesca, a programação inclui música, dança e exposições agrícolas abertas ao público /Instagram
Além da pesca, a programação inclui música, dança e exposições agrícolas abertas ao público /Instagram

Criado em 1934 como um gesto de paz entre comunidades rivais, o festival evoluiu ao longo das décadas. Hoje, além da disputa de pesca, o evento reúne apresentações culturais, música, dança e exposições agrícolas.

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Após anos de interrupção devido à insegurança no norte da Nigéria, o retorno do festival reforça sua importância histórica e turística. Atualmente, o evento é considerado um dos maiores festivais do continente africano e atrai visitantes de dentro e fora do país.

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