A trajetória do casal virou um símbolo de esperança e um alerta para a importância da detecção precoce / Reprodução/WRAL
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A história de David e Pat Penny, residentes da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, é um testemunho de resiliência e vigilância com a saúde. Casados há mais de cinco décadas, eles já enfrentaram o câncer seis vezes no total.
David, veterano do exército e ex-bombeiro, sobreviveu a cinco diagnósticos diferentes, enquanto Pat superou a doença uma vez. A trajetória da dupla virou um símbolo de esperança e um alerta para a importância da detecção precoce.
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Ao longo de sua vida, David enfrentou tipos agressivos da doença, como sarcoma e linfoma não-Hodgkin. No entanto, o diagnóstico que mais chamou a atenção ocorreu em 2025, quando ele identificou um câncer de mama masculino, condição rara que atinge apenas cerca de 1% dos homens.
Na ocasião, ele relatou ter percebido um crescimento anormal do tamanho de uma ervilha e, ao notar a alteração, concluiu imediatamente que aquilo não era algo normal, buscando ajuda profissional sem demora.
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Pat Penny, que descobriu seu próprio câncer de mama em 2009 durante uma mamografia de rotina, afirma que o marido demonstra uma força impressionante, pois, embora tenha enfrentado riscos severos desde os 30 anos, ele continua firme e forte diante das adversidades.
Sobre sua própria experiência, ela acredita que o exame preventivo foi o que salvou sua vida, pois o tumor foi encontrado em estágio inicial, apesar de estar muito infiltrado.
Para Pat, se tivesse esperado para sentir o nódulo por conta própria, o diagnóstico teria chegado tarde demais.
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Hoje, como voluntários da Sociedade Americana de Câncer, os dois compartilham sua história para defender a realização frequente de exames. David reforça que o câncer não escolhe data de nascimento e pode atingir qualquer pessoa, independentemente de ser jovem ou idosa.
O veterano enfatiza que ninguém conhece o próprio corpo tão bem quanto o próprio indivíduo. Por isso, ele aconselha que, ao notar qualquer coisa errada, a pessoa não deve esperar uma ou duas semanas na torcida de que o problema desapareça sozinho.
Para o casal, a chave da sobrevivência está na combinação entre o conhecimento profundo de si mesmo e a confiança nos exames de rotina, garantindo que o tratamento comece o quanto antes.
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