Câmara de Santos pode ter dança das cadeiras e retorno de vereador conhecido

Os bastidores da política municipal de Santos estão a todo vapor. Após a disputada eleição de 2024, a Câmara de Vereadores vive uma verdadeira "dança das cadeiras" em 2025

O grande estopim para essa movimentação foi a saída de Marcos Libório da Ouvidoria Municipal

O grande estopim para essa movimentação foi a saída de Marcos Libório da Ouvidoria Municipal | Divulgação

Os bastidores da política municipal de Santos estão a todo vapor. Após a disputada eleição de 2024, a Câmara de Vereadores vive uma verdadeira “dança das cadeiras” em 2025.

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O grande estopim para essa movimentação foi a saída de Marcos Libório da Ouvidoria Municipal. Com a mudança, Renata Bravo (PSD) foi nomeada como a nova secretária de Desenvolvimento Social de Santos.

Com isso, a Câmara de Vereadores perde um membro titular, abrindo espaço para a entrada de um suplente. Antônio Carlos Banha Joaquim, que já possui seis mandatos completos em sua trajetória política, retorna à Câmara e deve permanecer no cargo até 2028.

Banha explica que ainda não há nada definido. Segundo ele, há mudanças a serem implementadas no Executivo, um crescimento do PSD e um espelhamento do que ocorre no governo estadual. Ele reconhece que haverá uma vacância e que existe a possibilidade de ser o escolhido, mas ressalta que tudo será feito de acordo com as normas regimentais.

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“Suplente é uma posição de expectativa e temporária, pois a cadeira sempre será do Titular, que foi eleito por ter maior número de votos dentro do partido, no caso o PSD, Bruno Orlandi e Renata Bravo! Devido ao crescimento da participação direta no Governo Municipal com três secretarias, o PSD mostra seu crescimento e fortalece ainda mais a aliança!”, explica.

Para Adilson de Junior, atual presidente da Câmara de Vereadores, independentemente do nome indicado para o cargo de secretário, todos os ritos serão respeitados.

“A gente espera a nomeação do vereador. Uma vez nomeado, não é necessário ofício. Eu preciso apenas recepcionar o suplente, para saber se ele vai aceitar ou declinar do mandato”, comenta.

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No caso de Renata Bravo, seu primeiro suplente, Thiago Papa, também ocupa um cargo de secretário. Em caso de recusa de sua parte — em um cenário hipotético — a vaga passaria para o próximo suplente, e assim sucessivamente até algum candidato aceitar o cargo.