Brasil ultrapassa 390 mil óbitos por Covid-19

Pais registrou neste domingo 1.316 mortes pelo coronavírus e 31.900 novos casos da doença

O Brasil registrou 1.316 mortes pela Covid e 31.900 novos casos da doença neste domingo (25), dia da semana em que costuma ter números menores devido ao plantão nas secretarias de Saúde dos estado. Com isso, o país chega a 390.925 óbitos por coronavírus e a 14.339.312 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

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Isso significa que, nos primeiros quatro meses desse ano, o número de mortos de todo o ano de 2020 foi ultrapassado e que metade de todas as mortes por Covid no Brasil aconteceram apenas em 2021.

A média móvel de mortes se manteve bastante alta, com 2.498 óbitos por dia. O país completou 40 dias com média móvel de mortes acima de 2.000 e 95 dias acima de 1.000.

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A média é um instrumento estatístico usado para suavizar variações de dados que costumam ocorrer em finais de semana e feriados. A média é calculada pela soma de todas as mortes dos últimos sete dias e divisão do resultado por sete.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

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O Brasil bateu o recorde nesta sexta-feira, com 1.744.001 doses aplicadas em um dia. O valor, porém, pode ter sido originado pelo represamento de dados de dias anteriores.

Neste domingo, foram 142.352 vacinas no total, sendo mais segundas doses (79.802) do que primeiras (62.550).

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Foram atualizadas as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 17 estados.

Já foram aplicadas no total 41.610.974 doses de vacina (29.031.874 da primeira dose e 12.579.100 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

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Com o total de doses aplicadas até o momento, 18% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só ,7,7% a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.