Brasil registra 268,2 milhões de celulares em setembro

O dado foi divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações. No final de agosto, eram 268.440.423 linhas

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06 NOV 201318h34

O Brasil terminou setembro com 268.266.822 de linhas ativas na telefonia móvel. O dado foi divulgado nesta quarta-feira, 06, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No final de agosto, eram 268.440.423 linhas. Em setembro, portanto, foram desativados 173.601 acessos.

Do estoque total no final de setembro, havia 211,34 milhões de acessos pré-pagos (o que representa 78,78% do total) e 56,93 milhões de pós-pagos (21,22%). A banda larga móvel totalizou 88,31 milhões de acessos, dos quais 552,63 mil são terminais 4G, informa a Anatel.

De acordo com o balanço, a "teledensidade" alcançou a marca de 135,28 acessos por cem habitantes em setembro. Em agosto, o índice era de 135,45 acessos para cada grupo de cem brasileiros. Apesar da leve retração, o indicador confirma que há mais de um celular por cidadão do País.

O Brasil terminou setembro com 268.266.822 de linhas ativas na telefonia móvel (Foto: Arquivo/DL)

O Distrito Federal apresentou a mais elevada "teledensidade", com 220,04 linhas para cada cem habitantes (220,91 em agosto). O índice mais baixo foi apurado no Maranhão, com 96,51 acessos móveis para cada cem cidadãos (95,32 no mês anterior). No Estado de São Paulo - que é o principal mercado do País, com 64.949.184 acessos móveis, cerca de 24% do total do Brasil -, a "teledensidade" foi de 153,63 celulares por cem habitantes em setembro (153,64 em agosto).

Na divisão de mercado, a Vivo manteve a liderança, com 76.614.345 acessos móveis, ou 28,56%. O segundo lugar foi obtido pela Tim, com 72.892.399 linhas, representando 27,17% do total. A terceira colocação ficou com a Claro, com 67.432.269 terminais, ou 25,14%. O quarto lugar foi ocupado pela Oi, com 50.013.301 linhas, representando 18,64% do total. Também são citadas CTBC, Nextel, Portoseguro, Sercomtel e Datora que, juntas, somaram 1.314.508 acessos móveis ao final de setembro, o que representa menos de 0,5% do mercado. Segundo a Anatel, os dados apresentados podem ainda sofrer alterações.