Aprenda a preparar um banho poderoso para relaxar após o trabalho / Freepik
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Banhos energéticos não são modismo espiritual nem solução automática.
Eles atuam diretamente no campo sutil e, por isso, precisam de intenção, função correta e escolha consciente das ervas,quando usados sem critério, podem desorganizar em vez de ajudar.
Nem todo banho é de limpeza.
Esse é o primeiro ponto que precisa ser compreendido.
Existem banhos que retiram excesso energético, outros que harmonizam, fortalecem ou estabilizam o campo, confundir essas funções é o erro mais comum.
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São indicados para retirar cargas densas acumuladas por ambientes pesados ou desgaste externo.
Ervas como arruda e guiné têm ação intensa e devem ser usadas de forma pontual. O uso frequente pode enfraquecer o campo energético.
Atuam organizando o campo emocional e mental, trazendo calma e equilíbrio.
São indicados em momentos de fragilidade emocional ou confusão mental.
Ervas como camomila, lavanda e erva-doce agem de forma suave e acolhedora.
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Não limpam nem descarregam. Sustentam o campo energético e fortalecem a presença.
São indicados quando há cansaço emocional, sensação de enfraquecimento ou dificuldade de manter limites.
Alecrim e manjericão atuam nessa função.
Auxiliam a recolher a energia e estabilizar o campo após períodos intensos.
São indicados depois de descarregos ou fases de grande exposição emocional. Ervas como louro e hortelã ajudam nesse processo.
Estados emocionais fragilizados não contra indicam banhos energéticos.
O cuidado está em escolher a função correta e evitar ações intensas demais para um campo sensível.
Banhos bem escolhidos podem harmonizar e organizar mesmo de forma singela.
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Banho energético não substitui decisões nem processos internos.
Ele acompanha e sustenta.
Usado com consciência, é ferramenta. Usado como excesso, vira ruído.
De forma geral, os banhos energéticos são indicados do pescoço para baixo, pois isso preserva o campo mental e evita estímulos desnecessários.
No entanto, existem sim banhos que podem ser tomados de cabeça, desde que haja avaliação adequada do campo energético da pessoa.
Banhos de cabeça não são regra,podem ser intuitivos, mas ainda assim não devem ser feitos sem orientação.
Eles exigem conhecimento, leitura energética e condução responsável de quem realmente compreende esse tipo de intervenção.