Ator James Handy, de ‘Top Gun’ e ‘Logan’, morre de forma brutal aos 84 anos

Investigadores do Departamento de Polícia isolaram o local do crime e mantêm o suspeito tido sob custódia da Justiça

James Handy em cena de 'Top Gun Maverick' (Paramount Pictures/Divulgação)

O ator James Handy morreu aos 81 anos, após sofrer um esfaqueamento no bairro de Tarzana, em Los Angeles, nos Estados Unidos, na manhã da última quarta-feira (3). Ele ganhou destaque por atuar em filmes de sucesso como “Top Gun: Maverick” e “Logan”. A polícia aponta o filho da namorada do artista, que residia na mesma casa, como o principal suspeito do crime.

De acordo com o Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), os agentes foram até o local após receberem um telefonema de emergência. Ao entrarem na propriedade, os policiais encontraram Handy inconsciente no jardim com uma perfuração no peito. O socorro levou o ator ao hospital, mas ele não resistiu aos ferimentos.

Curiosamente o caso aconteceu cerca de seis meses depois da morte de Rob Reiner e sua esposa, cujo filho do casal é visto como o principal suspeito do crime.

Trajetória no cinema

James Handy construiu uma carreira extensa no cinema e na televisão norte-americana como ator de apoio em diversos projetos de peso. O público o reconhece por papéis em produções populares como a série “Arquivo X” e os longas-metragens “Jumanji” e “Aracnofobia”.

Em “Top Gun: Maverick”, um de seus trabalhos mais recentes, o ator interpretou o colega de trabalho da personagem de Jennifer Connelly no bar frequentado pelos pilotos. Veja mais detalhes de sua carreira na galeria abaixo:

Prisão do enteado

O enteado da vítima morava com o casal na mesma residência. A polícia informou que, assim que a viatura chegou ao endereço, o próprio jovem abordou os oficiais e confessou ser “quem eles estavam esperando”.

Segundo informações da People, ele havia ligado para o 911 e avisado que ele teria um “problema desconhecido” e dito ser “Eu sou o filho do homem, acabei de matar o homem do pecado”.

As autoridades prenderam o suspeito em flagrante e o indiciaram por homicídio. A Justiça estabeleceu uma fiança de US$ 2 milhões para a liberação do rapaz. Os investigadores ainda apuram a real motivação do crime.