Solução simples desponta como aposta forte para cozinhas modernas / Freepik
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Uma mudança silenciosa começa a redesenhar as cozinhas brasileiras. As prateleiras abertas deixam de ser detalhe decorativo e passam a ocupar o lugar dos armários, sinalizando uma tendência que deve se consolidar em 2026.
O modelo chama atenção por unir baixo custo, sensação de amplitude e praticidade no dia a dia. Além disso, surge como resposta a problemas comuns, como pouca ventilação e excesso de móveis fechados.
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Em tempos de espaços menores e rotinas aceleradas, a proposta conquista quem busca funcionalidade sem abrir mão de estética. Ainda assim, a escolha pede atenção para evitar erros que comprometem o visual.
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Antes de tudo, a tendência dialoga com quem prioriza soluções acessíveis e eficientes. Ao eliminar portas e volumes pesados, as prateleiras tornam o uso mais intuitivo e facilitam a visualização dos utensílios.
Outro ponto relevante é o impacto no ambiente. Com menos barreiras visuais, a cozinha parece mais ampla e fluida. Esse efeito favorece a entrada de luz natural e contribui para uma atmosfera mais leve.
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Além disso, a circulação de ar melhora consideravelmente. Louças e alimentos ficam menos sujeitos à umidade, o que ajuda a preservar os itens e reduz problemas recorrentes em espaços pouco ventilados.
No aspecto financeiro, a diferença pesa na decisão. As prateleiras costumam exigir menos investimento do que armários planejados, tornando-se uma alternativa viável para reformas rápidas e econômicas.
Ao mesmo tempo, elas ampliam as possibilidades decorativas. Itens do cotidiano passam a integrar a composição do espaço, criando uma estética personalizada e menos engessada.
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A versatilidade completa o pacote. As prateleiras funcionam em propostas variadas, do industrial ao rústico. Em cozinhas com inspiração farmhouse, reforçam o equilíbrio entre simplicidade e aconchego.
Na paleta cromática, tons neutros seguem dominando. Bege, branco e variações terrosas ajudam a manter a harmonia e evitam sobrecarga visual em ambientes abertos.
Ainda assim, cores mais profundas começam a aparecer como destaque. Azuis fechados e vermelhos intensos surgem em detalhes, trazendo personalidade sem comprometer o equilíbrio do conjunto.
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Entre os materiais, madeira e metal continuam em evidência. A madeira aquece o ambiente, enquanto o ferro acrescenta contraste contemporâneo, criando uma combinação que atravessa estilos.
Apesar das vantagens, o modelo exige disciplina. Com tudo exposto, a organização precisa ser constante para que o espaço não pareça desordenado.
Também é fundamental considerar a rotina da casa. Avaliar quantidade de utensílios e frequência de uso ajuda a definir se a proposta realmente atende às necessidades.
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Ainda assim, a popularização das prateleiras abertas revela uma mudança de comportamento. Menos excessos e mais funcionalidade apontam para cozinhas pensadas para o uso real.