APS e Estado de SP entram em consenso em caso de desapropriações do túnel Santos-Guarujá

Posição semelhante do Estado de SP e APS foi ressaltada por presidente da APS

Encontro aconteceu nesta terça-feira

Encontro aconteceu nesta terça-feira | Reprodução

Nesta terça-feira (19), Anderson Pomini, o atual presidente da Autoridade Portuária de Santos, recebeu moradores do Bairro do Macuco, em Santos. O tema do encontro foi a desapropriação para a construção do túnel SantosGuarujá

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Pomini informou que a posição da APS é a mesma do Governo do Estado de São Paulo, no sentido de buscar a menor desapropriação possível e que a eventual indenização, que vier a ser paga, deve ser justa, com base no valor de mercado do metro quadrado

“Estive com o governador Tarcísio (Gomes de Freitas), que informou que a licença ambiental sai ainda este ano e que o edital provavelmente será publicado em fevereiro do ano que vem. E nossa intenção é deixar claro, no edital, que as indenizações, em caso de desapropriações, serão pagas aos moradores com base no valor de mercado por metro quadrado, ou seja, pelo valor justo”, afirmou.

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A reunião, convocada pelo secretário da Associação Comunitária do Macuco, José Santaella Redorat, contou com a participação de cerca de 30 moradores do bairro, preocupados com a definição do traçado dos acessos ao túnel e com o valor das desapropriações.

Pomini lembrou que sempre defendeu a desapropriação zero para a obra do túnel e também o menor impacto possível. “Por isso, a importância de colocarmos estas premissas no edital. O privado que vencer para participar da PPP terá liberdade para atuar, mas também terá as obrigações estipuladas no edital”. 

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Os moradores ouviram as explicações do presidente da APS e informaram que vão tentar providenciar mais estudos sobre o valor do metro quadrado dos imóveis que poderão vir a ser incluídos no traçado dos acessos ao túnel.